Player

Mostrar mensagens com a etiqueta compreensão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta compreensão. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Não compreendo

        Buscamos respostas, e vamos encontrando, se não imediatamente pelo menos à medida que passa o tempo. Satisfazemo-nos com elas, quando entendemos a sua coerência e a relação com outros acontecimentos. Só que para mim, por vezes, essas respostas que tanto sentido fazem em determinados momentos deixam-no de fazer noutros momentos como se desse por errado aquilo que foi certo durante tanto tempo. E eu não compreendo - apesar de já ter havido momentos em que compreendi, pelo menos pareceu-me isso. Porque o sentido desaparece tal como a matéria arde e se torna em fumo? Será que existe uma ilusão muito maior do que aquilo que parece concreto? Não compreendo o porquê do paradoxo, da antítese que está subjacente ao que era para ser dado como certo. Nestes momentos não compreendo o comportamento das pessoas, nem me compreendo a mim, como se tudo tendesse a escapar, mas lá no fundo eu sei que tudo é feito para destruir os dados que provam o que é a verdade. Será a aniquilação da justiça que quer fazer perder a razão? Que força destruidora será essa que envolve a boa vontade?

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Desmoronamento [gradual]




Por vezes sentimos que o nosso mundo está a ruir, eu sinto. Tudo o que foi e aconteceu parece fugir e parece que não temos mais meios nem oportunidades para repetir as sensações, como se não houvesse esperança. Temos que viver com tudo o que somos e no que nos tornámos, e isto, sozinhos. E, nem toda a compreensão que temos acerca do que se passa connosco é suficiente para apaziguar a dor da nossa existência, ou para mudar substancialmente o que quer que seja ou se passa. Pessoalmente, eu nunca deveria ter tido a retro consciência da minha existência, a retro observação, essa capacidade de estar em constante revisão do que faço, do que fiz, do agora e do meu passado, em análise constante dos meus sentimentos, desta maneira consciente se sentir. Sou demasiado sensível, demasiado humilde. O meu organismo não é suficientemente forte para ter certos modos de viver, de tal modo que se optasse por seguir certos caminhos, certos estilos de vida que certos organismos tem e que conseguem ir superando e viver sem que isso ponha em causa a sua existência, decerto eu duraria muito menos nesta vida – pelo menos parece-me isso, ou estarei errado? -. O meu organismo apela-me à fuga e à moderação, constantemente, para que possa continuar a existir por mais tempo. E sinto que vivo com medo de viver, ou melhor, com medo de perder o meu controlo, de me sentir maltratado, e por isso vivo na defensiva constantemente. Apoio a minha existência na fé, de que um Deus que me transmitiram me tenha com Ele. E eu sinto e vejo a maneira de actuar desse Deus, Deus esse que eu reformulei para viver mais em paz comigo mesmo e com o que me envolve - mas não compreendo a sua maneira de regular o mundo, como se houvesse indiferença na Sua maneira de agir, como se não tivesse vontade própria e fosse indiferente em relação aos seres que vivem nesta terra (mas sei que ao dizer isto, já mais pessoas o disseram e acharam estranho a mesma situação). Por vezes encontro noções na vida, e elas parecem-me ser experiências e lições para prosseguir, mas chego a certas alturas em que essas noções e experiências não têm mais significado. As relações humanas são estranhas, pelo menos para mim. Não posso partir do princípio que todas as pessoas são boas, ou pelo contrário, de que todas as pessoas são más. Só a experiência que temos com elas é que nos permite ajuizar o que elas são em relação a nós. Mas é estranho que o que era bom possa ficar mau, ou o que era mau possa vir a ficar bom, é estranho este constante redefinir de conceitos entre o bom e o mau. A relação que eu tenho com o mundo, é a relação que o mundo tem comigo. Se eu tenho alegria eu encontrarei alegria, mas se eu tenho tristeza, a tristeza vem ter comigo. E não sei que dom e fado é este que nasceu comigo ou então que me foi impingido [e estava a pensar como pode suceder a tanta gente], o de atrair a tristeza, os acontecimentos pesados, a difícil relação com as pessoas e de, em relação a estas, ou me quererem fazer mal e julgarem-me erradamente como mau ou então verem-me como uma pessoa de quem a aproximação não é possível, e desviam-se de mim. Eu falo assim, deste modo evasivo, mas mesmo que eu falasse no concreto, mesmo se eu fosse capaz, ninguém perceberia as ideias que eu queria transmitir, tenho a certeza. Eu estou fora do meu tempo, eu sou um ser fora do comum, o porquê não sei e continuo na busca de entendimento para isto – e já descobri muito, já encontrei muitas respostas para muitas questões, mas só fazem sentido em mim, na minha existência, e ainda não encontrei quem pudesse compreender um pouco que fosse. Por isso, me parece, jamais alguém compreenderia da maneira que eu a compreendo. E isto também se aplica da minha parte em relação aos outros: eu possivelmente jamais perceberei a maneira de sentir e de interpretar este mundo e a vida deles próprios. Este mundo, e estas maneiras de sentir, são aleatórias, tudo é um acaso, e mesmo esse Deus que tanto procuramos é um acaso. E eu procuro obsessivamente muita coisas nesta vida, mas ingloriamente estou pressionado a não ter a liberdade que tanto ambiciono, e tudo isso que quero não me vem a ter a mim, porque o meu ser não deixa. Vejo, a cada passo que dou, que tudo o que faço pode não ter feedback positivo, que tudo pode ser em vão. Isso antes não me preocupava, sentia a maravilha da vida e da existência nesta terra em mim, não receava nem tinha medo da morte, porque compreendia tudo e aceitava tudo naturalmente, mas agora… tenho medo da morte, da prisão e da injustiça, da vida que se esgota em vão, da não satisfação, de não sentir a plenitude da vida [que possivelmente tenho], até tenho medo de viver. O que eu vi ninguém mo pode tirar da minha cabeça, dos meus olhos, dos meus sentidos, a não ser a morte ou a demência. O que eu vi ainda não é facilmente entendível.


Não sei porque a vida é assim, mas é assim que eu a vou vendo, como um ser único que está a passar nesta terra, neste tempo, neste espaço, querendo estar do lado do que está certo, mas vendo que o que está certo e errado é muito relativo, e talvez nem exista. Queria defender ideais e morrer por eles, se eles estivessem certos, mas esses ideais não se revelaram suficientemente fortes, consistentes e verdadeiros para que possa morrer feliz.


E apetecia-me orar ao Universo neste momento, apetecia-me gritar, se eu pudesse. Ó Universo! A minha vida é só porquês e vazio entre eles, porquês e vazio entre eles, vazio entre as perguntas. Eu questiono constantemente a vida, e essas questões, deveriam ser perguntas de retórica. Mas eu não, eu pergunto para obter respostas, e sigo cada vez mais insatisfeito, porque eu não controlo a minha vida. Porquê só falar da finitude, das tristezas, do que não é controlável. Porque não vejo eu a alegria, o infinito, e o incontrolável e me desapego a todas as ordens que algum humano tenta instituir. Tenho medo de não subsistir, e esse medo foi-me inculcado. Uma vez que tenho de morrer porque não irei morrer sem medo, sem pânico pela sobrevivência, sem tristeza? Queremos que haja uma continuidade nas coisas, eu queria, imensamente, mas a ordem das coisas, a ordem deste Universo não é imutável nem é dominável. Porquê este sentimento de me sentir usado, eu não sou chiclete. Onde estão os meu laços? ‘Devolve-me os laços’ toranja. Onde está o meu elo, ou onde estão os meus elos? O elo de ligação com a humanidade. Só quero viver. Queria ser feliz. Tenho bons momentos na minha vida, mas por vezes alguém os quer deturpar e negar e desvalorizar e deitá-los para o lixo. Queria perceber claramente quem gosta de mim e queria poder retribuir. Eu queria, mas há muita gente que também quer, mas… é tão difícil. Como fazer? Quer faça quer não faça o tempo não pára, ele urge. Queria ser forte e não vacilar, não queria mostrar sinais de fraqueza, mas é o que eu mais facilmente demonstro, a minha atitude, simples, humilde, a minha sabedoria, a minha maneira de estar, aquilo que eu pensei que nunca saberia. A idade que eu nunca pensei alcançar, o destino e o infinito que eu sonhava tocar, nas minhas mãos, nas minhas mãos… e eu, tão pequeno, tão ínfimo e com um sentimento de incompreendido e incapaz de ser humano, e até mesmo incapaz de simplesmente ser. Eu, uma explosão de alegria que pensava ser, transformado em implosão, derrotado por aquilo que não entendo, eu simplesmente não entendo. A minha alma em palpitação, o meu ser sedento de prazer e bem-estar, com um sentimento de culpa que penso não me pertencer, completamente a leste da humanidade, que me deseja acolher e ao mesmo tempo sente repulsa por mim.  Eu, que desejava ter a pujança de me afirmar, mas que a vida me nega tal desejo, porque só se afirma quem o acaso quer, ou será que é Deus que quer? Será que Deus quer? Toda a gente quer fazer parte do sucesso, mas do insucesso fogem a sete pés. E eu porque me aproximo? Porque me junto ao sofrimento sem necessidade, como se eu fosse forte e com poder para ajudar. Quando me convenço que não posso ajudar, que não tenho essa capacidade, e só me posso ajudar a mim mesmo, aos outros dar a mão por vezes, nada mais.  Porque me parece que perco tempo, que o meu agir é em vão, que continuo a perder tempo, que todo este tempo tem sido desperdiçado, como se o que faço não interesse para a duração do tempo e do espaço.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A batalha vai começar [Liberdade vs compreensão]









A batalha vai começar [já começou, algures, no tempo transacto]


 


Armas em punho. A batalha vai começar. A luta do bem contra o mal; a impenetrabilidade do entendimento; o escudo que é a compreensão; a maior, a relatividade de tudo. Tudo é bem, tudo é mal. A realidade é dura, aquilo que se sente é duro, essa é a realidade. O determinismo é imenso, mas a sorte pode ser outra. Liberdade, compreensão, até que ponto o entendimento pode interpenetrar as duas? Acho que ou há liberdade ou há compreensão, as duas são difíceis de coexistir. O que é o melhor? Liberdade ou compreensão? A prisão da compreensão ou a cegueira da liberdade? O conhecimento do mundo interior, a maquinação do mundo exterior. (...) A luta, essa difícil estabilidade do que quer contra o que não quer, os ideais em fricção. A luta essa capacidade que se desmorona a cada segundo que passa para logo de seguida se soerguer até nunca mais poder, a força da vida; Não, não é paranóia, ela está na tua cabeça, procura o significado. A sintonia é essa, só tu a podes descobrir! O mundo voltar-se-á contra ti mas a força da vida prevalecerá, esse não será o teu dia. Perguntas e perguntas bem. A tua imaginação dá voltas para sair deste labirinto, mas, acabaste apenas de entrar. Não tenhas medo.


            Há um mundo de gestos, de sons e de palavras, imagens. Incompreensíveis talvez, porque não vocabulares. Mas a força que imprimires há-de vencer o atrito. A semente que se cultiva é o fruto que se colhe. Os atritos... são imensos, como imenso é o universo. Estrelas que cintilam, planetas que brilham, vidas de lá que jamais se encontrarão cá. Um apagão. Um chamamento. Uma imposição, posso aceitar ou não.









 


 


 


Nota (longa) de rodapé:



[Liberdade vs compreensão:  Eram ‘extremos do entendimento’ segundo o que me pareceu na altura que escrevi isto. Admito agora uma posição intermédia entre estes dois extremos. Queria eu dizer que a compreensão das coisas - que se relaciona com o conhecimento e a experiência de vida - 'aprisiona-nos', segundo o ponto de vista imediato que tive. Talvez eu quisesse ter dito, com isto tudo, que a compreensão nos aprisiona e nos tira a liberdade - mas agora digo que acho que isso pode ser superado e o que me parecia um extremo oposto pode tornar-se numa  Liberdade 'ao quadrado'. O conhecimento está relacionado biunivocamente com a compreensão das coisas. No mundo de hoje, a informação é nos transmitida em quantidade incomensurável, havendo entropia nessa informação. Quando tendi a entrar nesse mundo de informação de uma maneira directa, mas gradualmente, sem ter esquemas para compreender toda essa informação que focalizava, entrei como que num ‘labirinto’, e há medida que ia conhecendo e compreendendo, era como que tivesse a sensação de que estava a perder a liberdade que tinha antes de tomar consciência desse conhecimento, e não via saída à vista. Todo esse manancial de informação era extremamente confuso para o meu entendimento, e ‘aprisionou-me’. Apareceu-me, nesse momento em que escrevi o texto em cima, essa dicotomia do entendimento entre liberdade e compreensão (conhecimento), como se o aumentar do segundo inibisse o primeiro, como que se fossem dois conceitos opostos, dois caminhos, e que, se se seguisse um caminho se estivesse a abdicar de outro sem poder voltar atrás. E atrás não se pode voltar, mas não poderia imaginar que esses caminhos se encontrariam novamente para se tornarem num só, e que surgiriam esquemas para interpretar toda a informação que posso entender segundo a (s) linguagem (ns) que compreendo. Mas a linguagem que ainda estou a desenvolver, a conhecer melhor, para compreender melhor essa dicotomia do entendimento que se fundiram num só em mim, é a linguagem universal. Pelo menos espero que assim o seja, e espero que futuramente o meu entendimento evolua, que o conhecimento e compreensão sejam sinónimos de liberdade e que estes conceitos se relacionem e não que se aniquilem.]




segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Bate como quem chama por mim

17-01-04


 


 


                        Bate como quem chama por mim, o tempo, a música, gente, qual será? Não é nada, apenas o pensamento a querer ser traduzido, ser exprimido. Sou sincero, neste momento não tenho emoções a flor da pele, como se eu já não tivesse sentimentos. Mas já os tive, já chorei, já tive alegria infinita, já tive outras maneiras de sentir o mundo. Estou a passar mais uma fase de compreensão, uma fase de estabilidade. Um assalto de visões percorrem o meu pensamento em certos momentos. O passado não desapareceu, construo momentos, nessas visões, através da associação de ideias e dessas vivências passadas. Sereno, assim me imagino, como gostava de ser. Gostava de ter a certeza das coisas, mas  ela não me pertence, portanto a serenidade é perene. Tenho sim, grandes perspectivas da vida, analiso-a do  maior numero de ângulos possíveis.


            Temos que ter maus momentos para saber identificar os bons momentos. O Ano  Novo começou, mas  nada mudou subitamente. Tudo muda gradualmente. Os sonhos, esses, renovam-se alguns, persistem com menos intensidade outros, aparecem outros. Visionário, é o que eu sou. Um ser que caminhava na busca da perfeição, mas que caiu na dura realidade que é ser-se constituído de matéria perene que é este nosso corpo o qual não controlamos. Como podemos ser perfeitos nesta vida passageira que passa sem esperar que a gente ultrapasse todas as fases integralmente. O Ser Humano não é perfeito, é funcional, isto é, faz coisas funcionais mas não perfeitas.


            Eu quero, eu vou fazer algo. Não podemos parar enquanto estamos vivos. Não posso mudar o mundo fisicamente, deparo-me com contingências que não controlo. Queria libertar-me, queria não ter de novo a consciência de ter consciência, queria ser um produto da natureza e agir naturalmente. Certezas não as tenho, mas tenho esquemas funcionais que me permitem interpretar o mundo e compreendê-lo, podia dizer que são as minhas leis. Toda a gente as tem, e quanto mais velhos mais elas se enraízam em nós à medida que envelhecemos. O porquê das coisas, o eterno porquê, por que  razão acontecem, porque sofre quem tenta ser perfeito? A vida é um mistério. O sonho ultrapassa a nossa vida, o sonho ultrapassa o mistério, o mistério é o sonho, o sonho faz o mistério. O sonho são as nossas asas, o sonho dá-nos asas, ele faz-nos voar e conhecer novos mundos. O homem vive submergido no sonho. O sonho comanda o homem, mas destrói a realidade, sem ela o sonho não existe. Há que acordar para a realidade antes que seja tarde de mais.


 

sábado, 4 de agosto de 2007

A ordem, onde esta ela? [18-12-03]

                                    

        Ao som da música... let there be love, há sonhos infinitos, gritos sufocados, dias apagados, pensamentos obcecados. Os dias fluem irrompendo na noite. A noite, sim, a noite! Misteriosa, poderosa, calma e renovadora. Ela que trás o brilho fulgurante na cauda. A noite, esse eterno espaço sideral onde tudo tem principio e fim, a infindável compreensão das coisas, o sentido perdido a ser encontrado, o refúgio de uma prisão perene, a transgressão máxima num caminho proibido, o delicioso momento transcendental, a correcção – errada- do que não está certo, a realidade que ninguém conhece, o sono vencedor da batalha invencível. A noite, a loucura de querer pôr ordem onde só o poder o pode fazer... a loucura, a loucura, a ... loucuraaaaaaa! A certeza de querer ser assim, mas não poder, a força que nos invade, o destino que nos persegue. A noite, as realidades separadas, a loucura, um momento que nos invade, a certeza de repetir sem medo de acabar por dizer que nada fez sentido existe a não ser aquele que damos as coisas. Ao som da musica, o refrão que nos faz mover, o móbil da existência, a loucura de ser jovem, na noite, ligação para o dia. Esquizofrenia, paranóia, a nóia, a nóia, a musica, a expressão dos corpos, a expressão da loucura da noite. Não, não estou louco, estou simplesmente loucamente bloqueado, não apaixonado, interpreta como quiseres, repetições, apenas repetições na tua mente, faz, diz, eu estou certo, eu sei eu não sou Deus eu apenas falo, eu apenas queria ser... alguém, aquilo que não sou, ter o mesmo estilo próprio, ser um vencedor quando chegar ao ponto de partida, a meta. Ler as entrelinhas, a fantástica visão das coisas, o maravilhoso pensamento de sentir um mundo além do infinito. Vale! Valeu! Vale sempre, não temos a perder, sempre a ganhar, nem que seja sofrimento nesta vida curta, imperiosa. A noite, uma câmara oculta que nos vigia para o dia, a inteligência rara que nos afugenta. Perder nem sempre, mas ganhar também, pormenores da inspiração de um prisioneiro que é livre em si próprio. O grito que em nós está, gritado por outros que de nós se aproximam, acalma, sai dessa! Isso diz o refrão, canta, sente em ti, voa nessas tuas asas sem medo da queda, vai! Segue através do fogo, brilha no universo, porque para ti o mundo não chega. O silêncio deve ser glorificado, o som tem que ser ecoado, o silêncio...

            Entra na onda, primeiro o refrão, impulsiona-te e força, siga que ninguém te pára. A ordem não tem sentido, apenas o que sentes tem sentido, não o podes encontrar fora mas dentro de ti. Sente não tenhas medo de sentir, não tenhas medo de partilhar, não tenhas medo de ter medo. Sente que sentes, calmamente, body language, agora entendo... agora compreendi, finalmente.