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sábado, 13 de setembro de 2014

U2 - Stay (Faraway, So Close!) with lyrics


U2 - Stay (Faraway, So Close!) 





Green light, 7-Eleven
You stop in for a pack of cigarettes
You don't smoke, don't even want to
Hey now, check your change
Dressed up like a car crash
Your wheels are turning but you're upside down
You say when he hits you, you don't mind
Because when he hurts you, you feel alive
Oh no, is that what it is?
Red lights, gray morning
You stumble out of a hole in the ground
A vampire or a victim
It depends on who's around
You used to stay in to watch the adverts
You could lip sync to the talk shows
And if you look, you look through me
And when you talk, you talk at me
And when I touch you, you don't feel a thing
If I could stay then the night would give you up
Stay, and the day would keep its trust
Stay, and the night would be enough
Faraway, so close
Up with the static and the radio
With satellite television
You can go anywhere
Miami, New Orleans, London, Belfast, and Berlin
And if you listen I can't call
And if you jump, you just might fall
And if you shout I'll only hear you
If I could stay then the night would give you up
Stay, then the day would keep its trust
Stay, with the demons you drowned
Stay, with the spirit I found
Stay, and the night would be enough
Three o'clock in the morning
It's quiet and there's no one around
Just the bang and the clatter
As an angel runs to ground
Just the bang and the clatter
As an angel hits the ground









 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Frankie Goes To Hollywood - Rage Hard






Laugh like the head of Apollo
Young and strong on the wings of tomorrow
Rise up in millions get off your knees
Dispelling the demons

In the valley of danger we all work together
Sculptures in sorrow love light to follow, on
Sweet head of Apollo

(Rage hard)
Into the light
(Rage hard)
Doing it right, doing it right
(Rage hard)
Against the dark
(Rage hard)
Make your mark

Let the tournament begin
Don't give up and don't give in
Strength to rise up, strength to win
Strength to save the world from losing

(Rage hard)
Into the light
(Rage hard)
Doing it right
(Rage hard)
Against the dark
(Rage hard)
Rage
(Rage hard)

Though blue eyes of children they shine without fear
Hope is the future, with oceans of cheer
(Nothing to fear)
There's nothing to fear

Laughter of angels resounding from heaven
Fighting the favors of charlatan saviors
Charlatan saviors

(Rage hard)
Into the light
(Rage hard)
Doing it right, doing it right
(Rage hard)
Against the dark
(Rage hard)
Make your mark

Let the tournament begin
Don't give up and don't give in

(Rage hard)
Into the light
(Rage hard)
Doing it right
(Rage hard)
Against the dark
(Rage hard)
Make your mark

I don't know which way to go
My love's like driven snow
We'll be free

Young and strong on the wings of tomorrow
(Rage hard)
(Rage hard)

Let the tournament begin
Don't give up and don't give in
(Rage hard)
Into the light
(Rage hard)
Doing it right
Let the tournament begin
(Rage hard)
Don't give up and don't give in
Strength to rise up, strength to win
Strength to save the world from losing


Tradução:


 Rir como a cabeça de Apolo
Jovem e forte nas asas de amanhã
Levante-se em milhões, fique de joelhos
Dissipando os demônios
No vale do perigo
Todos trabalhamos juntos, esculturas em tristeza
Com amor leve a seguir, em
Cabeça doce de Apolo
na Luz
(Rage hard) fazendo certo, fazendo certo
(Raiva) contra o escuro
(Rage hard) deixe sua marca
Que comece o torneio
Não desista e não desista
Força para subir, força para vencer
Força para salvar o mundo de perder
na Luz
(Rage hard) fazendo certo
(Raiva) contra o escuro
Raiva forte
Raiva
Rage Hard
Os olhos azuis das crianças
Eles brilham sem medo
A esperança é o futuro, com oceanos de alegria
(Nada a temer) Nada a temer
Riso de anjos ressoando do céu
Continua a lutar…






sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Não compreendo

        Buscamos respostas, e vamos encontrando, se não imediatamente pelo menos à medida que passa o tempo. Satisfazemo-nos com elas, quando entendemos a sua coerência e a relação com outros acontecimentos. Só que para mim, por vezes, essas respostas que tanto sentido fazem em determinados momentos deixam-no de fazer noutros momentos como se desse por errado aquilo que foi certo durante tanto tempo. E eu não compreendo - apesar de já ter havido momentos em que compreendi, pelo menos pareceu-me isso. Porque o sentido desaparece tal como a matéria arde e se torna em fumo? Será que existe uma ilusão muito maior do que aquilo que parece concreto? Não compreendo o porquê do paradoxo, da antítese que está subjacente ao que era para ser dado como certo. Nestes momentos não compreendo o comportamento das pessoas, nem me compreendo a mim, como se tudo tendesse a escapar, mas lá no fundo eu sei que tudo é feito para destruir os dados que provam o que é a verdade. Será a aniquilação da justiça que quer fazer perder a razão? Que força destruidora será essa que envolve a boa vontade?

terça-feira, 29 de julho de 2014

Agressão sem culpado

            Se, simplesmente, pudéssemos fugir daquilo que nos apoquenta, que nos magoa, que nos oprime, que nos pisa, que nos afronta, que não conseguimos mudar, nós fugiríamos, sem dúvida alguma. Mas, fugir para onde (com as nossas limitações)? E mais: e fugir de nós mesmos?! Muita gente ainda deve pensar que o mundo é grande e que o Universo é incompreensível, duvidam de tais coisas como de o homem ter ido à lua, no sentido que tais entendimentos nos dão uma coerência da compreensão das coisas que, por sua vez, nos dá uma visão mais ampla de tudo o que os magníficos sentidos humanos nos dão a entender, como se não acreditassem no mundo em que vivem. Muita gente prefere a ignorância porque saber de mais faz mal (talvez porque não tem outro meio de a ultrapassar também, é certo); e eu digo: ‘Ó santa ignorância porque me abandonaste?’, como se eu soubesse muito; Porque tenho eu de saber mais do que o que posso saber? Porque tendo para o desequilíbrio entre a minha capacidade de sentir e o que realmente não sou capaz de ignorar de sentir? Que abismo é este que não me deixa ser feliz na ilusão? Mas, muita gente sabe muito mais do que eu e não tem desequilíbrios – o quanto, sinceramente, os invejo… -. Tento não me manifestar, na globalidade da ação da minha vida, como se de um espetador me tratasse, que assiste ao desenrolar da novela, do filme, da música, ou melhor, gostava de ser sempre um anónimo espetador, coisa que não posso ser, da mesma forma que o era em criança. Os sentidos do mundo caem sobre mim, e eu, eu não tenho capacidade de reação, eu não sei responder minimamente bem ao apelo que me é feito daquilo que me envolve. Responder aos apelos que o dia-a-dia nos trás é uma coisa séria, responder de acordo com as situações que nos ocorrem é uma tarefa para equilibrados que conquistam o mundo com o seu autodomínio. Respondes mal e és um homem acabado…; Que dizer da incapacidade de responder a uma agressão? O bullying? Uma guerra? O terror psicológico? Como responder a algo quando se está em inferioridade? Como se defende uma criança? Como responder ao mal com mal quando se tem amor à vida e ao bem, quando os ideais que nos movem são os da paz? Existem agressões que atuam mais subtilmente, que se dão como vindas de sistemas superiores que não são facilmente percetíveis, não é mesmo percetível a sua causa. Existem agressões que não se conseguem identificar de onde partem, tal é a teia que as envolve e disfarça? Mania da perseguição? Não, para mim existem agressões sem culpado… identificável. E eu sinto medo quando não compreendo as coisas, então, eu invento mitos e lendas para as explicar, eu invento histórias. Eu sinto medo, muito medo, um medo terrível e inexplicável por mitos, lendas ou histórias, porque erradamente aprendi que devia dar tanto valor à minha insignificante vida na imensidão incalculável do Universo, como uma criança que se acha no centro de tudo, especial, quando na verdade tudo é uma ilusão, quando na verdade não podemos ultrapassar as leis que regem o universo, a existência dos seres, ou seja, resumindo, tive azar. Como destruir a causa da agressão? Perguntando melhor: Como destruir a causa de uma agressão sem sermos feridos? Matar? Matar, matar, matar, matar!… guerra!… Perder o amor à vida(!), perder a piedade(!), matar a causa da nossa dor(!), esse desejo que em mim persegue; Resolveria alguma coisa matar? Talvez não, mas matar por necessidade assim como se defender por necessidade está na lei do mundo natural em que o homem tenta sobrepor com as suas leis onde consequentemente muitos desafortunados perdem esse direito de se defender vitalmente dos ataques à sua vida assim mesmo como atacar para suprimir as suas necessidades. Será a causa da nossa dor, essa mesmo que pensamos? Revoltamo-nos muitas vezes porque a agressão existe, mas a questão é: revoltamo-nos contra quem é o culpado, a causa da nossa agressão? ;E damos por nós a revoltarmo-nos contra quem nos ama, apesar de por sua vez haver formas muito duvidosas de amar, existem formas muito bizarras de amar, além de feitios que não se conseguem mudar, e nos causam frustração, raiva, angústia – muita angústia-, e nos infundem muito medo… se ao menos pudéssemos afastarmo-nos…


            No meu transe, nesta minha vida, em que eu procuro a(s) causa(s) para aquilo que eu sou, neste meu desejo (talvez utópico) de que eu seja feliz ainda nesta procura de aceitação de como eu sou no mundo dos homens, eu mesmo tenho medo de mim, porque infundo medo no que me envolve, que num ciclo sem fim regressa a mim, destruindo-me, dia após dia, mas que não consigo evitar. Tenho medo de cada passo que dou, sei que não o darei bem, certo dos passos maus que tenho dado dia após dia, do azar que me persegue, nesta ilusão, que quando não puder ser sustentada, será cruel de mais, a dura realidade, se imporá muito mais dura que está a ser a minha vida atual. Sei que me abandonarão, se é que já não fui abandonado pela existência psíquica faz tempo. E, apesar de a morte ser certa, ninguém ousa indagar o que o sofrimento é. Certamente gostaria de mudar (obstinadamente) coisas difíceis de mudar, e mesmo que se consigam mudar, o preço da vida é alto de mais a pagar por essas mudanças, mas talvez seja a lei do mais forte e do mais fraco a funcionar, em que nós, para acrescentar à dificuldade que é suster a vida, temos ainda a nossa autoconsciência a infernizar o que deveria ser aceite naturalmente e imperceptivalmente, as leis da natureza.


As guerras mundiais existiram e nunca se sabe se existirá outra, outra vez; tenho como ideia minha de que a maior parte das guerras muitas vezes não são causadas por motivos maiores, digamos assim, por motivos que se possa fazer uma apologia, mas sim por ideais estúpidos e sem sentido, nacionalismos, ignorância e falta de sentido da beleza da vida e da apreciação da paz. O mundo dos homens sabedores compreende a finitude do nosso mundo e dão valor a vida e à paz como consequência da sua própria sabedoria. O mundo civilizado esgrima nas palavras a sua luta, a guerra que se dá entre ideais, essa é a guerra mundial nas ideias do momento. No meu desejo de criança utópica, em que um Deus faz parte de uma justiça a atingir, as agressões seriam justificadas por esse ideal máximo que seria esse Deus a atuar na imensidão do tempo, e a justiça seria feita nessa mesma imensidão do tempo. Mas, para minha angústia, dadas as contradições e realidades que se impõem na minha mente, naquilo que me é dado a conhecer, a dúvida torna-me inseguro e insignificante, e a minha luta pela sobrevivência poderá ser em vão.

domingo, 6 de julho de 2014

Duran Duran - Ordinary World (with lyrics)










Came in from a rainy Thursday on the avenue
Thought I heard you talking softly
I turned on the lights, the TV, and the radio
Still I can't escape the ghost of you

What has happened to it all?
Crazy someone say
Where is the life that I recognize?

Gone away

But I won't cry for yesterday
There's an ordinary world
Somehow I have to find
And as I try to make my way
To the ordinary world
I will learn to survive

Passion or coincidence once prompted you to say
"Pride will tear us both apart"
Well now prides gone out the window
Cross the rooftops, run away
Left me in the vacuum of my heart

What is happening to me?
Crazy someone say
Where is my friend when I need you most?
Gone away

But I won't cry for yesterday
There's an ordinary world
Somehow I have to find
And as I try to make my way
To the ordinary world
I will learn to survive

Papers in the roadside tell of suffering and greed
Fear today, forgot tomorrow
Besides the news of holy war and holy need
Ours is just a little sorrowed talk

(Just blown away)

And I don't cry for yesterday
There's an ordinary world
Somehow I have to find
And as I try to make my way
To the ordinary world
I will learn to survive

Every world is my world
(I will learn to survive)

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Quase Acreditei

Autora não confirmada, mas tudo me remete para Nádia B. , data de Quarta feira, 21 de Novembro de 2007, 12:48 am, num grupo do yahoo


 


 


 


 


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Quase Acreditei

Quase acreditei que não era nada,

ao me tratarem como nada,

Quase acreditei que não seria capaz,

Quando não me chamavam,

por acharem que não era capaz.

Quase acreditei que não sabia,

quando não me perguntava por acharem que eu não sabia.

Quase acreditei ser diferente, entre tantos iguais,

entre tantos capazes e sabidos, entre tantos

que eram chamados e escolhidos.

Quase acreditei estar de fora,

quando me deixavam de fora.

Por que... que falta fazia eu?

E de quase acreditar adoeci..

Busquei a ajuda de doutores, mestres,

magos e querubins.



Quase Acreditei

Quase acreditei que não era nada,

ao me tratarem como nada,

Quase acreditei que não seria capaz,

Quando não me chamavam,

por acharem que não era capaz.

Quase acreditei que não sabia,

quando não me perguntava por acharem que eu não sabia.

Quase acreditei ser diferente, entre tantos iguais,

entre tantos capazes e sabidos, entre tantos

que eram chamados e escolhidos.

Quase acreditei estar de fora,

quando me deixavam de fora.

Por que... que falta fazia eu?

E de quase acreditar adoeci..

Busquei a ajuda de doutores, mestres,

magos e querubins.

Procurei a cura em toda parte e ela estava

tão perto de mim.

Me ensinaram a olhar para dentro de mim mesma,

e perceber que sou exatamente , como os iguais

que me faziam diferente.

E acreditei profundamente em mim.

E tenho como dívida com a vida,

fazer com que cada ser humano se perceba,

se ame, se admira de si mesmo, como

verdadeira fonte de riqueza.

Foi assim que cresci:

Acreditando.

Sou exatamente do tamanho de todo ser humano.

E por acreditar, perdi o medo de dizer, de falar, participar e até de
cometer enganos.

E se errar?

Paciência, continuo vivendo.

Por isso, aprendendo.


>> 

Talvez (04 de janeiro de 2005) - Replay

Talvez se seja mais feliz sendo louco. Talvez valha mais a certeza do
incerto do que a incerteza do que é certo. As minhas memórias da
loucura estão escondidas através do dia-a-dia. Talvez tenha que mudar
de método, talvez tenha que mudar o meu discurso, talvez tenha que
mudar o meu pensamento. Talvez eu consiga ser outro sendo quem sou.
Tenho que me agradar a mim próprio para andar bem. Talvez eu deva
desistir de pensar que tenho de fazer qualquer coisa. Talvez eu tenha
que dar o braço a torcer. Talvez este mundo não me pertença. Tenho
que sair das sombras, estou farto desta escuridão. Tenho um longo
caminho a percorrer até ao sítio onde eu me vou encontrar bem, não
posso parar. Eles vão ganhar, vão levar a deles avante. Terei que me
vencer a mim próprio. EU SOU NORMAL. Não ando pelas regras dos
outros, eu próprio criei as minhas regras. Eu quero ser independente.
Eu parei no tempo em muitos aspetos. Eu sou finito. Todo o homem é
finito. Eu não poderei mudar o mundo. Mas porque a imagem pode?
Porque pode a palavra? Porque o muda o som? Porque o muda a técnica?
Porque eu não possuo um desses meios de mudar o mundo? É só sentir,
só absorver, é só esconder, como um bicho do mato. Como se o mundo
parasse de rodar quando eu desfalecesse, como se eu fosse ponto
fulcral, se é que o já não fui. Tudo o que fui a apagar-se, o tempo a
passar, e eu perco a partida. Como dar a volta, eis a questão?
A minha imagem não é a imagem de aparência. Ela é o retrato
de quem eu gostava de ser. A minha imagem traduzia-se pela perfeição.
Mas como eu posso ser perfeito se eu sou simplesmente um
humano? "Heaven is a place on earth". Talvez isso seja verdade,
talvez o paraíso seja um lugar na terra. Não, não sou feliz, não sou
bem-humorado, sou sério, a minha imagem não é o `faz ver'. Será que o
homem só pode estar ao pé do outro estando bem-disposto, com uma boa
imagem? Porque teima o homem em andar no mundo da ilusão? Já não é o
suor que une os homens, mas sim a boa aparência, a falsidade das
palavras. E a cada momento que passa ponho em hipótese se as minhas
palavras transmitem algo com sentido. Até parece que o Outono deixou
de ser Outono. Até parece que o Inverno se transformou em Verão e
vice-versa. Mas isso já não me preocupa. Talvez o que mais me
preocupa neste momento seja a minha sobrevivência.
As flores desabrocham, o sol nasce, a lua aclara a noite. A
noite mantinha o ritmo, a noite quebrou o ritmo. O mundo tem
perspetivas e perspetivas, as variáveis são imensas, as palavras já
serão poucas para descrever tudo. O mundo nunca será mais o mesmo. A
vida nunca mais será a mesma. Eu preciso de sobreviver, mas já não
sei como me aproximar dos homens, porque será que assim acontece? O
meu mundo desabou e não tem mais sentido como era. Mas novos mundos
podem surgir. Talvez eu já tenha perdido tudo o que tinha a perder.