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quinta-feira, 7 de março de 2019

Koa trees, fissure 8, and the Milky Way




Koa trees, fissure 8, and the Milky Way

(Junho 2018)

Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.



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quarta-feira, 6 de março de 2019

Dubai By Night


Dubai By Night
(08 de Setembro de 2014)

Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.



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Panorama of Hong Kong City skyline before sunset


Panorama of Hong Kong City skyline before sunset
(14 de Agosto de 2017)

Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.


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Farewell Seattle Summer


Farewell Seattle Summer

Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.


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''Homem coloca 1.700 espécies de animais em risco acrescido de extinção até 2070''

Uma Lástima...



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Homem coloca 1.700 espécies de animais em risco acrescido de extinção até 2070

Cerca de 1.700 espécies animais correm risco acrescido de desaparecer até 2070, devido à ocupação humana dos seus 'habitats', estima um estudo hoje divulgado, apontando África, América do Sul e Sudeste Asiático como regiões críticas.






A lista engloba 886 espécies de anfíbios, 436 espécies de aves e 376 espécies de mamíferos, e nela se incluem o "Oreophryne monticola" (anfíbio da Indonésia), o cobo-do-nilo (antílope do Sudão do Sul), o trepador-sobrancelha (ave do Brasil) e o joão-da-palha (ave do Brasil, Argentina e Uruguai), que poderão perder quase metade do seu 'habitat' nos próximos 50 anos.

Segundo o estudo, publicado na revista científica Nature Climate Change, as espécies de animais que vivem na África Central e de Leste, na América Central e do Sul e no Sudeste Asiático irão sofrer as maiores perdas do seu 'habitat' e, por isso, o seu risco de extinção será maior.

Os autores do estudo, conduzido na Universidade Yale, nos Estados Unidos, fixaram as estimativas com base em informação sobre a distribuição geográfica atual de 19.400 espécies e em projeções sobre as alterações da ocupação do solo.

Os especialistas esperam que o trabalho possa ajudar os decisores a prevenirem e a mitigarem os efeitos do cenário antevisto.



ER // JMR

Lusa/Fim
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Nota: Apenas repasso a noticia. Não uso este site para fins comerciais, somente para tentar sensibilizar as pessoas.

Link original: https://www.sapo.pt/noticias/tecnologia/homem-coloca-1-700-especies-de-animais-em_5c7d55050ac3da05df8c1387









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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

É, simplesmente, da maneira que é.


                ‘’That’s the way it is’’. Assim continua a vida. Aqui estou eu, vivendo, não manifestamente. Pensando, sonhando, mas, antes de tudo, observando, tentado fazê-lo atentamente. Voltando ao mesmo ponto, porque há algo que nos define e faz ser quem nós somos, como se houvesse uma predestinação, um objetivo, do qual, façamos o que fizermos, trilhemos os trilhos que trilharmos, tudo nos leva a ele. A observância correta nos eleva os patamares do sonho e do pensamento. E, ainda, por mais que saiba e que a experiência me preencha, não encontro as ideia concretas que sempre busquei, como se essas ideias não existissem, não se pudessem concretizar. Todo um Mundo se me revela, gradualmente, no entanto é como se me não fosse permitido falar concretamente acerca dessa maneira que o vejo, talvez não seja o momento certo, ainda, talvez as palavras que se hão - de dizer tem que ter um contexto oportuno, talvez seja de mim e nunca o farei. Talvez não se possa dizer tudo o que se pensa, como se isso me fizesse perder o meu, pelo menos aparente, próprio controlo. É com surpresa que dou comigo, facilmente, a ser abordado pela vida com uma comunicação ainda não interpretada por mim, mesmo que já tenham acontecido mais vezes essas situações, à qual associo logo o medo e o desentendimento, que se apodera de mim, quando me parecia que tinha tudo entendido e sobre o controlo. Perco-me nas músicas, alguém já o saberá. Perco-me na procura dos momentos especiais, quando depois, muitas vezes, o que acontece é que parece que tudo me há-de cair em cima; grandes dores de cabeça e problemas não letais me cercam. Queria-me perder neste mundo de Ideias e Ideais, sentir a chama pulsante na maioria da minha vida sem que isso me pudesse afetar de um modo que me causa atrito e que me sinta atrapado por esta vida Real. Mas o que é o Real? O certo é que ele se mostra quando nos sentimos fracos, e, nesses momentos, até parece que todo o sentimento de Grandiosidade alguma vez sentido não tem significado e nunca mais o terá; Então, mais uma vez, entristeço, restando-me, senão, contritamente, entregar-me ao Destino, pensando coisas como: não sou igual a ninguém, e, certamente, serei igual a tanta gente. Perco o controlo no calor da noite, mas virá novo dia para me iluminar e me levar a alma por mais algum tempo, e isso me consolará. Respeito é o que sinto acima de tudo, medo, no sentido de respeito, sim, isso. Como pode um homem ser perfeito? (sempre o questionei). Ainda assim evoluímos desde que éramos como os macacos, que, diga-se clara e sucintamente, são seres tão belos quanto qualquer um outro por maior ou mais ínfimo que seja, não tenho dúvida no íntimo do meu Ser. Os que nos antecederam nos tornaram no que somos hoje, e nós faremos com que os que vierem sejam quem serão, diretamente ou não.
               Disfarça.


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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

sábado, 20 de outubro de 2018

luminescence [25 de setembro de 2018]

luminescence
 "the clock faces on the Liver building are the biggest in England ."


 Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.


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domingo, 14 de outubro de 2018

goodwin college tower + crescent moon (Hockanum, East Hartford, Connecticut)

goodwin college tower + crescent moon

 Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.


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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Mais do mesmo


Vivo. Sensação de continuidade. Aí, vem a memória e a humanidade transcende-se ao rever, até à exaustão, os momentos gravados nas memórias externas, porque as nossas estavam limitadas. Sou bom a absorver o mundo, seremos todos assim, possivelmente, mas péssimo a transformar todo esse manancial de informação e conhecimento em algo que me faça ultrapassar o atrito, algo que me leve a ser dos melhores, ou então suficientemente bom e satisfeito com a vida, em última análise, estou não realizado. Tentando sempre dizer coisas, fazer coisas, nem querendo pensar na nossa finitude, mas tudo se me dirige para uma cacofonia, para uma entropia, porque as forças que movem este mundo são subjectivas, e mais, dissimuladas, que se tornam incompreensíveis quando tudo devia ser mais fácil, para mim. Há todo um poder que nos envolve, e que nos deixa vislumbrar através dele obtendo explicações simples, de algo tão maior que nós, mas, quando não somos escolhidos para desfrutar esse mundo em conformidade com as regras da normalidade, isso torna-se uma oposição e um grande peso que fica em nós, e ainda assim, o caminho é para a frente.
Confusões de ideias e palavras. Um mundo onde o móbil da felicidade e do bem-estar, esse mundo em que o estamos a transformar melhor (Ironia, acreditam mesmo nessa falácia? Falácia económica? Será uma vontade Superior que quer que seja assim?), é apregoado nos quatro cantos do mundo. Confusões também criadas por mim, mas não só, preocupações pelo estado do mundo que observei com tanta intensidade, na minha simplicidade. Afinal, muito do que sinto faz sentido, mas ainda não compreendo o porquê de estar aqui, e de preocupar-me com tanta coisa que não o de, apenas, carácter pessoal, do tipo de ganhar dinheiro e viver, mas, na verdade, o meu ser é frágil e sensível, por isso, não está fácil. Têm sido décadas magníficas, no entanto um suspiro do tempo pode levar tudo, mas, mesmo na pior das hipóteses, é muito provável que haja uma grandiosidade que irá conduzir o tempo imparável desta terra. Eu, simples, simplesmente vi a linha do tempo, tenho essa oportunidade, e ela ainda corre na minha mente e quiçá por todo o meu ser. Eu testemunho, como tantos, os dias que passam, mas a interpretação que eu faço do mundo estará em mais gente também? E pergunto-me sempre pelo significado de eu entender as coisas de um modo que acho que não é comum perceber. E pergunto-me, o porquê de eu ser quem sou e o porquê da minha existência antes de o ser – novamente e sempre perguntarei - (?). Questiono porque me questiono e policio tanto, não sendo levado ao sabor dos momentos, ficando agarrado de mais ao passado, que nos desgasta e nos torna mais do mesmo, sempre, mesmo que queiramos fazer sempre algo diferente e marcante, pela positiva. A mim sai-me o tiro pela culatra a maioria das vezes, no sentido de que ambiciono e tenho a ilusão das coisas muitas vezes no sentido da positividade por exemplo, mas tudo sai ao contrário. Pergunto-me porque tantas palavras que saem dos meus pensamentos, têm tanto feedback indesejado na minha vida por meios que eu não domino mas que sinto de algum modo, coisas que eu não consigo controlar ou, com as quais, interagir correctamente. Queria agarrar o equilíbrio com todas as minhas forças, queria toda a naturalidade que pudesse ter, e no entanto vejo que a minha vida escapa ao meu controlo e ao meu modesto desejo de viver simples e simplesmente agir sem remorso de me magoar a mim ou alguém mesmo que seja sem querer porque sempre, ou quase sempre, assim o tem sido na minha vida, e, além do mais, depois assumo culpas que se calhar nem me cabiam a mim assumir, porque, na verdade, se calhar as coisas não são o que parecem ser, o que me parecem ser. Tudo muda, mas eu não mudo assim tanto, fico parado, atónito na minha psique, lembrando sentimentos passados, como que continuamente em busca de uma Grande resposta, ou Grandes respostas, se houver mais do que uma. Ainda tendo, sempre, a acreditar e a observar que em toda a realidade, na aparência de um mundo estável e compreensível e de magnífica tecnologia humana, chamando a isso desenvolvimento e evolução, parece-me que há um Universo que não pode ser acedido ainda ou pelas formas que existem (inclusive ciência) e que interagem no nosso mundo. E a ideia continua a ser a de que o nosso mundo, o nosso planeta Terra é frágil, quando entendemos assuntos que pensávamos nunca vir a entender, a humanidade é especial, contudo, a terra fala mais alto, numa língua não perceptível por todos, porque, talvez, tenham que viver continuamente sem ter tempo para se questionar sobre as coisas, deixando-se levar aos sabor dos tempos, nos ideais feitos, ou ainda, talvez, com uma inteligência diferente e não apurada para aceitar a fragilidade de muitas coisas, dos próprios e da terra.


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