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domingo, 3 de março de 2024

Dizer tudo em nada

 

 

            Captei algo no ar. Uma visão está se formando… Sim, Arte do pensamento vem até mim. Não, não me quero perder. Temos de agir, mas prudência é necessária. Será esta uma ocasião especial? Mais uma? Não sei. Uma incepção talvez, mais uma. Pode não ser nada, pode não ir a lado nenhum, contudo, o que interessa é que me manifeste sem ofender, sem magoar nem me magoar, contornando obstáculos, vencendo atritos e adversidades, pelas palavras de Quem me permite assim fazer; E ser. Neste mundo grande, onde somos finitos e nos deslumbramos com o ouro, esquecemos de onde viemos, cada vez mais. Eu ainda nem sei quem sou, mas ao percorrer a longa estrada me vou definindo. Alegrias e lamentos, tudo faz parte de nós, da nossa vida. Assim foi sempre e, certamente, sempre assim será. Tentar escalar a Montanha para ver mais além. Ver o quanto o pensamento e as ideias são voláteis; Se tivermos asas vamos mais além, deslizamos pelo ar, chegamos ao céu. Dizer tudo em Nada. Deixar a Experiência tomar conta de nós, a nossa experiência. Não perder o valor das simples memórias que o Tempo levará. Que terra bela, que mundo de ilusão que nos eleva o espirito da juventude e nos quer acolher nos momentos de dificuldade. Tudo único de entre infinitas possibilidades. Esperança nos momentos que não entendemos, resoluções inesperadas que surgem da necessidade de dar mais passos rumo ao incerto. Destino. Tudo acontece em movimento, mas, tende cuidado com a onda do erro. Parece que vai dar em muito, mas, é curto para quem não desenvolve. Todos diferentes todos iguais. A interceção do que é comum onde a diferença é que faz a evolução, a diferença solitária. Cada um nasce para o que nasce. Determinismo; Até onde vai o pormenor? Encriptação da identidade – não vais chegar lá (admiração). Emoção transmitida pelo sentimento, o dado por não dado, confundindo, a essência do que é; essa é a Verdade que nos Assiste. Palavras incisivas, tudo se resume a escolhê-las, em privado monólogo, em particular subjetividade, com verdades de La Palice, mas, ainda assim, pensa. Sê grande, mas não te esqueças que és pequeno; Diz aos outros, mas aprende tu, para ir mais além. Tudo se esfuma…

domingo, 7 de janeiro de 2024

Tu és o Maior

 

            Permite-me estas palavras. Tu és o Maior. Por isso tenho estado aqui. Suponho que Sabes quem sou e isso nem interessa. Tudo é passageiro mas pleno de sentimentos e emoções. Não me Tens abandonado, mesmo quando tudo parece desabar, o destino está escrito. O Universo se move para me dar lugar, algo grandioso de se sentir e observar. Não tenho podido ser mais, mas também nunca fui menos. A gratidão tem que tomar conta de mim, porque me Deixas ser quem sou; até agora sempre fui o mesmo, o mesmo homem que sente o que tem de ser sentido, simplesmente um ser, simplesmente um animal. Devo medir as palavras. Devo controlar-me; sei que tem de ser assim, não pode ser de outra maneira. Devo tentar sentir mais ainda, tentando perceber mais para chegar até Ti, na esperança de que sou poupado, de que não farei mal, para que, contudo, a força esteja comigo para me defender. Somos quem somos, resta-nos entender porque somos e porque viemos a este mundo, conhecendo-nos melhor a nós próprios a cada segundo que passa, admirando as coisas como são e como acontecem. Pertence-nos uma história, a qual temos de agradecer por a podermos refletir, obrigado por isso. Vejo o amor dado e o amor recebido e, por isso, estou aqui, porque me foi dado este lugar e este espaço no tempo, nessa comunhão de conceitos que tomam interpretações múltiplas, mas, das quais, temos que entender (retirar) a sua essência. As repostas não são claras, como causa - efeito; as respostas sentem-se, e Tu me deixas sentir assim. Livra-me dos maus entendimentos, das más interpretações, Livra-me das más-línguas. Dá-me um bom fim; cada vez mais vejo e sei o que Me tens feito, mas, não sei quem És, mas, ainda assim, És. Não quero falar em vão, devo temer as palavras e as ações admirando a maneira e o motivo do meu agir passado que me vai sendo dado a conhecer, certamente o bem é o que tem de perdurar, o bem resta sempre em nome da Arte da evolução.

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Feliz na indagação narcísica

Feliz na loucura. Digo suposições. Não admito aquilo que me quer derrubar. Vou escrever algo. Na verdade, não escrevo, dito. O Tempo da minha vida tem significados, assim como o de todos. Procurando inspiração, continuo. A inspiração de mim está dentro de mim. Mas não transparece assim tão facilmente. Digo frases com sentido imenso, mas que não desenvolvo. Esse sentido está acessível em mim, faz parte de quem eu sou. No entanto, prudência é necessária. As frustrações têm que ser ultrapassadas. Os atritos têm que ser ultrapassados. O cansaço quer vencer-nos, aumenta com o passar do tempo, mas ainda há esperança. A esperança reside no que de novo e bom posso fazer, posso trazer para esta vida, para este mundo, para mim, ainda. Algo como um dom, que está na minha vivência e que perdurará até onde o destino das coisas o levar. Ainda há que quebrar o círculo vicioso de incepção no ciclo de vida que me transporta e me leva a querer compreender algo que não sei o que é com exatidão, mas que se revela, de formas transcendentes, e me faz perceber mais um pouco conceitos que não são palpáveis ou concretos como os objetos da realidade deste mundo, entendimento de descrição comum à maioria dos seres humanos. O foco é necessário para fazer muita coisa, mas divagação para captar a relação entre tudo o que existe é extremamente necessária, contudo aliena-nos do real, que na verdade também é ilusório, mas, ainda assim, funcional. O mundo ideal dos homens parece não ter fim assim como o capricho do supérfluo que se torna vital com a habituação, mas um fim certo está nos destino deste trilho, que se mede em diferentes durações dos tempos diferentes de todos os seres que perfeitamente se ajustam num todo, e mais ainda se pressente o destino do mundo que corre na Mente enorme de um desejo não pedido mas que se fez em nós, o qual indago: porque tem que acontecer este (destino) que se pressente? Quem Rege esse destino com todas as leis descobertas e que ainda se descobrirão? É uma Complexidade ou uma Singularidade?  

 

 

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