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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Era Uma Vez a Escrita Manual


Era uma vez. Sei que isto parece absurdo, mas, escrever assim é muito fácil, fácil demais, e isto deve-se à tecnologia digital que evolui e tudo se torna simples, por vezes. Quando escrevíamos com a caneta, tudo era pensado, pesadamente. Tentava-se estruturar cada palavra em cada frase de uma maneira que se tornasse intrincada e profunda naquilo que tentava representar e, ao mesmo tempo, simples e correta na estrutura do texto. Quem escrevia, requeria tempo e ponderação nas palavras, elegibilidade na escrita, e isso, por sua vez, levava a que se utilizasse mais tempo ainda. O tempo é precioso. E, ao ditar para a máquina tudo se torna muito mais simples, podemos nos concentrar mais naturalmente naquilo que vai ser dito, podemos dar mais suco, mais essência àquilo que quer ser transmitido, uma vez que não temos trabalho mecânico e distração funcional para escrever o texto, como quando também estamos ao computador a teclar, e temos que olhar para as teclas que vamos utilizar. Assim se escrevem coisas banais que se tornam especiais, pelo menos de algum modo. A tecnologia por voz chegou. A passagem de voz para texto é uma realidade cada vez mais presente e correta e completa. Aqui estou eu. Assim, também a passagem de texto para voz é uma realidade cada vez mais perfeita. Sou testemunha disso.
Este foi um teste, um teste a repetir.


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terça-feira, 20 de agosto de 2019

MEMÓRIAS QUE PERDURAM


            Memórias que perduram. Imagens de momentos chave da nossa vida. Exemplos daquilo que de algum modo abre e ensina os rumos da nossa existência. Como é possível tudo isto? Onde reside a memória do Universo? Como é possível acontecerem, no espaço de uma vida, mudanças tão drásticas, mas ao mesmo tempo, tão maravilhosas (provavelmente assim o são a maioria delas, quando é possível entendê-las, nem que seja por um momento do tempo). Abre as portas do teu íntimo e diz-me a franqueza que tens na tua alma (?), alguém poderia dizer. Como é possível entendermos o mundo? De onde vem a interpretação de tudo o que a nossa alma toca e abrange? Com isto tudo pergunto mais, o porquê da nossas ações? O que nos faz mover? As interpretações que fazemos das coisas, dos factos e dos acontecimentos alteram e fazem evoluir todo o Planeta Vivo; de algum modo tudo esta em relação, ligados por laços misteriosos, que se tendem a revelar quando assim tem que ser. Vivemos sabendo que um dia tudo muda, definitivamente, não sabendo para onde vai todo esse manancial interpretativo de uma vida que nos foi facultado para uma Causa Maior; Irá, certamente, para algo que lhe podemos dar um Grande Nome. No espaço de uma vida a magia acontece: na relação do passado com o futuro, na memória do que fomos com o que seremos; e hoje em dia temos meios de memorizar o que vai acontecendo, basta uma fotografia, por exemplo, para dar o potencial interpretativo que um determinado espaço de tempo teve para nós. Talvez o móbil das nossas ações sejam a evolução, a busca pelo alcance de uma Verdade, mas, sempre, está acima de tudo o que existe, um Entendimento e uma Lei que dirá o curso final das coisas, acontecendo a todos, a tudo e a cada momento uma Infinidade de situações Milagrosas e talvez Justas, mesmo que os nossos olhos e o nosso espírito não possam entender, não possam interpretar, a relação e o porquê de essas situações acontecerem como acontecem.
Um néscio, incapaz, frágil – Visões interpretativas. Todo o ser é o que é em relação com todo o Mundo que o envolve. Somo seres dependentes, todos os seres são dependentes uns dos outros. Tudo o que existe é dependente, umas coisas de outras. Cada um nasce para o que nasce. Cada um é como é. Há coisas que não podemos mudar. Assim sendo, e a interpretação das coisas? Ela muda em muitos acontecimentos…; e a memória? Ela muda, por vezes ou muitas vezes. O caos. A entropia. O ter de agir mesmo que não faça sentido. O ter que produzir ação, mesmo que não faça sentido. O sentido está na interpretação. Queremos agir bem, mas a perfeição é finita, diria mesmo, ínfima, no entanto, a Terra é perfeita como é porque todas as ínfimas perfeições têm sido somadas ao longo do Tempo. A ação tem que se dar, tem que acontecer. A interpretação muda o mundo. Interpreto aqui, mas o mundo é diferente lá fora. Teorizo aqui, mas o mundo pode ser muito diferente lá fora. E com isto tudo erramos muito, mas o mundo é como é, há momentos em que parece que podemos mudá-lo, contudo há muitos momentos em que parece que nem a nós nos podemos demover. 



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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Full Moon and First Light on Whitney, Texas


Full Moon and First Light on Whitney, Texas
(20 de Abril de 2019)

Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.

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terça-feira, 7 de maio de 2019

Há um milhão de espécies ameaçadas de extinção, revela estudo das Nações Unidas


Relatório divulgado esta segunda-feira pelas Nações Unidas diz que a "perda é um resultado direto da atividade humana e constitui uma ameaça direta ao bem-estar humano em todas as regiões do mundo".


Um milhão de espécies animais e vegetais estão sob ameaça de extinção nas próximas décadas, conclui um estudo realizado pela agência ambiental das Nações Unidas (IPBES) e cujas conclusões foram reveladas esta segunda-feira.
“O número de extinções de espécies está a aumentar”, lê-se no sumário do estudo, que assinala que é o maior número de espécies ameaçadas de extinção em toda a história.
O estudo, feito por 145 autores em 50 países ao longo dos últimos três anos, “avalia as mudanças ao longo das últimas cinco décadas” e é o primeiro relatório intergovernamental feito sobre o estado global da natureza e dos ecossistemas.
“A saúde dos ecossistemas dos quais nós e todas as outras espécies dependem está a deteriorar-se mais rapidamente do que nunca. Estamos a erodir as próprias fundações das nossas economias, meios de subsistência, saúde e qualidade de vida em todo o mundo”, explicou o presidente da IPBES, Robert Watson, citado no comunicado.
O relatório mostra que cerca de um milhão de espécies animais e vegetais estão hoje ameaçadas de extinção, muitas dentro de décadas, mais do que nunca na história humana”, lê-se no sumário.
Mais de 40% das espécies anfíbias, um terço dos corais e mais de um terço dos mamíferos marítimos estão sob ameaça de extinção. E o estudo identifica a ação humana enquanto causa direta desta degradação dos ecossistemas.
“Os ecossistemas, as espécies, as populações selvagens, variedades locais e espécies de animais e vegetais domesticados estão a diminuir, a deteriorar-se ou a desaparecer. A rede da vida na Terra, essencial e interconectada, está a tornar-se mais pequena e cada vez mais desgastada. Esta perda é um resultado direto da atividade humana e constitui uma ameaça direta ao bem-estar humano em todas as regiões do mundo”, explica o investigador Josef Settele, um dos responsáveis pelo estudo.
O estudo revela ainda alguns números que permitem uma leitura detalhada do estado atual do mundo animal e vegetal:
  • Até ao momento, 75% do ambiente terrestre e 66% do ambiente marinho já foi “gravemente alterado” pela ação humana;
  • Existem atualmente cerca de 8 milhões de espécies animais e vegetais na Terra, incluindo 5,5 milhões de espécies de insetos;
  • 290 milhões de hectares de floresta nativa desapareceram entre 1990 e 2015 devido a limpezas e a recolhas de madeira;
  • Desde 1992, as áreas urbanas em todo o mundo cresceram mais de 100%, ou seja, mais do que duplicaram;
  • 300 a 400 milhões de toneladas de metais pesados, lixo tóxico e outros resíduos são despejados todos os anos nas massas de água.
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Citado de: https://observador.pt/2019/05/06/um-milhao-de-especies-ameacadas-de-extincao-revela-estudo-das-nacoes-unidas/


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domingo, 28 de abril de 2019

Climate change -The Facts (2019) - Mudança climática - Os factos





Climate Change - The Facts - ((hvfsd)) from mr mackenzie on Vimeo.
Um Documentário resumidamente atualizado e abrangente sobre a situação grave que o nosso Planeta poderá passar, logo nós, a Humanidade, já a seguir, nas décadas vindouras. Urge Consciencializar cada um de nós, humanos, e, em particular, aqueles que mais contribuem para o Problema (do carbono - CO2) e aqueles (aqueles que se esforçam por criar energias Limpas) que mais podem fazer para mudar o rumo do Nosso Mundo e da Humanidade.




Nota:
Passo o Video que encontrei na internet. Não rentabilizo nada com o site, apenas acho que o Mundo deve ser informado da verdade sobre o clima e das consequências que virão no futuro para a Humanidade. Toda a gente que compreende o que se está a passar no Mundo, pretende sensibilizar todos e em particular aqueles que podem fazer a diferença para um Futuro não catastrófico, para bem de uma Humanidade próspera e presente num Planeta com vida, por muitos mais anos.

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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Gulls - Gaivotas


Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.



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terça-feira, 9 de abril de 2019

Quando, sempre, o Interior se torna Público

            Quando as ideias, os pensamentos privados, se tornam públicos é como se estivéssemos a cantar no banho sem ninguém por perto para ouvir, e, no entanto, alguém estivesse ouvindo; acontece. Assim faço, por vezes, como se estivesse só a pensar para mim, e, sem dúvida, o estou. Confusos eles são (os pensamentos), numa entropia marcante e galopante dos tempos correntes, (estou) sempre fora do Hype do momento, constantemente indefinido. Exagerando com a verdade, dentro de Hypes que não compreendo. Sempre a tentar evoluir, sempre com a ideia de melhorar, rumo à meta da perfeição, sem nunca estar satisfeito, contudo, como se cada vez estivesse mais longe, absurdamente, paradoxalmente, como se me estivesse tornando cada vez mais imperfeito; Carácter demandante do futuro, sem nunca perceber em que situação estou. Trouxe-me aqui o desabafo, a introspeção pública, nesta Era perigosamente fascinante, maravilhosa, em que nunca imaginei no que me iria tornar (tomando consciência do Mundo que me envolve através de uma maneira muito frugal, com poucos recursos, no entanto com um conhecimento permitido muito vasto, dada a envolvência que me possuiu); Estou aqui tentando montar um Puzzle, chegar a uma coerência na minha vida e na vida que me envolve, algo com pés e cabeça, algo de grande, sendo ínfimo; E, aqui sou eu nesta abstração que, julgo, me salva, num trance de íntima excentricidade rumo a essa Grandiosidade que é a Nulidade, parece-me, Cepticamente, ou tão corretamente dito. Mas estarão determinadas as nossas vidas? Que parâmetros (nos) /me regem? Os limites eu sei-os, em escala conhecida, ambicionando ultrapassá-los sempre no meu íntimo, dando passos contrariados, como se quisesse mudar o Mundo sem conseguir, tornar a fluência de tudo na minha vida a meu favor, para me sentir bem, naturalmente, como se pudesse voltar a ter a naturalidade, novamente, esperançosamente. Ah, mas porque não sou como ‘aquele’, como o ‘outro’, eles é que são felizes! Porque não posso ser eu, simplesmente, se, sempre o Sou, sempre…,‘’…The best things in Life? All the simple things…’’, Joe Cocker canta. E, assim, por achar que não posso mostrar quem sou, acabo por me repetir, manifestamente (talvez, assim, tenha que ser), tornando-me em ideias que possivelmente jamais entenderei, ficando num escrutínio que não consigo entender nem alcançar, envolto num complexo Poder do Mundo Moderno, poder que destrói quando usado na sua força bruta. Pensava eu que tudo tinha explicação segundo a Ciência, segundo uma causa-efeito, tudo podia ser matematicamente explicado, no entanto continuo a crer, profundamente, que não é assim somente, não é bem assim. O curioso é que, sempre, tudo fala connosco e nós não queremos acreditar, não sabemos ainda lidar com esse fato conscientemente. Assim, segundo o que pensamos, os ideais que nos regem, todo o nosso interior é visto por algo Grande que nos envolve, e que a nós se dirige, segundo esses mesmos ideais, pensamentos etc. mesmo que ainda nunca tenham sido manifestados verbalmente, ou percetivelmente para aquilo ou para aqueles que a nós se dirigem. Depois disso, tudo o que pensávamos ter controlado parece ir descontrolar-se, acontecendo milagres todos os dias das nossas vidas, da minha vida. 

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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Mais um dia Sóbrio no ''Silêncio da tarde''

A droga não faz bem À saúde, mas os médicos receitam-na. A solidão faz mal à alma, mas os médicos no-la mostram mais cabalmente. Deve-se ser tolerante  para aqueles que estão a sofrer, mas alguns médicos (assim como tanta outras pessoas- ver o texto do titulo: Mas, o que são ‘pessoas tóxicas’? - o significado da sua discriminação – a minha apologia

só o são para quem sabe Deus que o são. No entanto, dentro desta aparente incredulidade ainda  tenho a esperança de que o que faço, a minha vida, ainda tenha sentido, e, de que, dentro do insucesso haja um sucesso ainda maior, e de ver e viver num mundo de Beleza sem igual. Tenho para mim que a contrariedade faz parte do Mundo, humano e não só, mas há quem consiga viver sem que ela lhes perturbe, como se não existisse, e há aqueles que a tiveram que enfrentar, não houve outro jeito. Se é preciso tanto (tanta droga) para quem é disfuncional? A resposta para os do lado do mal será dá-lhe até que ele mude e fique ''normal'' como se o normal fosse o habitual no Mundo. Os do lado do bem, é preciso ter sorte e encontrá-los de maré. Mas o azar persegue e esconde-se à espreita. Se não fosse o Grande Medo que possuímos nunca teríamos aceitado tal imposição (a droga), que se torna um mal necessário, e uma vez tomada em larga escala, não conseguimos largá-la. Alguém disse um dia que o mal neste mundo são os outros, que nos querem fazer mudar, que nos dizem que estamos mal, mesmo que isso só signifique que somos diferentes e por vezes mal amados e com um azar muito grande, mas mesmo ai, o fim ainda não chegou. Até se parece anti social...  A inteligência aumenta na devida medida em que o cancro alastra, para seguirmos mais um dia sóbrios, tendo momentos de dor e de felicidade como toda a gente.

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