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terça-feira, 24 de setembro de 2019

'Greta Thunberg acusa líderes mundiais de lhe roubarem os sonhos e a infância'

     O clima diz respeito a todos. A Civilização está em risco iminente, estamos em risco iminente de sofrer mais fortemente as consequências do aquecimento Global. As pessoas não querem acreditar, mas a informação está aí para ver. E há quem sinta com o coração antes mesmo de ter visto as evidências, Greta Thunberg é o símbolo dessas pessoas. A ganância leva este Mundo à destruição, a economia não gera um Mundo sustentável. Resta-me, pessoalmente, a esperança de que Algo Maior apazigúe esta dor de não saber o que fazer, senão saber que não há como voltar a sentir esperança (sem fundamento, sabendo o que se sabe agora agora. Volta 'desconhecimento'): esperar que que aconteça o que acontecer, tudo tem de acontecer como acontece, compreendida a finitude de quem somos perante a infinidade do que podemos observar.

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A jovem ativista sueca Greta Thunberg criticou hoje os líderes mundiais pela inação face às alterações climáticas e acusou-os de lhe roubarem os sonhos e a infância.

“Como é que se atreveram? Vocês roubaram-me os sonhos e a infância com as vossas palavras vazias”, disse a jovem defensora do ambiente em Nova Iorque no início da Cimeira da Ação Climática, convocada pelo secretário-geral da ONU, António Guterres.
“Eu não devia estar aqui, eu devia estar na escola, do outro lado do oceano”, afirmou, emocionada, a jovem que lançou o movimento Greve Mundial pelo Clima quando em 2018 decidiu faltar às aulas para protestar junto ao parlamento sueco contra a inação dos políticos em questões ambientais.
No curto discurso que leu na abertura da cimeira Greta Thunberg disse que faz parte do grupo de pessoas com sorte, mas que há gente que sofre e que está a morrer, que há ecossistemas inteiros a desaparecer, e que no planeta se está no início de uma extinção em massa, tudo ao mesmo tempo que os líderes mundiais apenas falam de dinheiro e “dos contos de fadas do crescimento económico eterno”.
“Como é que se atrevem?”, insistiu.
A jovem de 16 anos repetiu factos científicos que confirmam o aquecimento global do planeta e condenou os chefes de Estado e de governo presentes na cimeira, para a qual foi convidada pelo secretário-geral da ONU.
“Vocês deixaram-nos cair. Mas os jovens começam a compreender a vossa traição”, disse Greta Thunberg, acrescentando: “Se vocês decidiram deixar-nos cair, eu digo-vos: nós nunca vos iremos perdoar. E não deixaremos que vocês se vão embora assim”.
“O mundo está a acordar e a mudança a chegar, quer vocês gostem ou não. Obrigado”, concluiu a jovem, muito aplaudida.

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domingo, 28 de abril de 2019

Climate change -The Facts (2019) - Mudança climática - Os factos





Climate Change - The Facts - ((hvfsd)) from mr mackenzie on Vimeo.
Um Documentário resumidamente atualizado e abrangente sobre a situação grave que o nosso Planeta poderá passar, logo nós, a Humanidade, já a seguir, nas décadas vindouras. Urge Consciencializar cada um de nós, humanos, e, em particular, aqueles que mais contribuem para o Problema (do carbono - CO2) e aqueles (aqueles que se esforçam por criar energias Limpas) que mais podem fazer para mudar o rumo do Nosso Mundo e da Humanidade.




Nota:
Passo o Video que encontrei na internet. Não rentabilizo nada com o site, apenas acho que o Mundo deve ser informado da verdade sobre o clima e das consequências que virão no futuro para a Humanidade. Toda a gente que compreende o que se está a passar no Mundo, pretende sensibilizar todos e em particular aqueles que podem fazer a diferença para um Futuro não catastrófico, para bem de uma Humanidade próspera e presente num Planeta com vida, por muitos mais anos.

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terça-feira, 7 de julho de 2015

O planeta não aguenta este ritmo. “A humanidade está em risco”



Vejam transcrição de :




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Portugal está no "top ten" dos países europeus que serão mais afetados pelas alterações climáticas







Se as emissões de gases com efeito de estufa continuarem ao ritmo atual, chegaremos a 2100 com as temperaturas do ar a subirem em média mais 3,6 graus celsius que as registadas na era pré-industrial. E isso não augura boa saúde para o Planeta.
"Os dados científicos demonstram que  o nosso planeta não está em boa situação e que a humanidade está em risco", alertou esta quarta-feira Jean-François Blarel, embaixador de França em Portugal e anfitrião da conferência  "Como Portugal vê os desafios da COP21".
A cimeira do Clima de Paris é a última carta a jogar para que os Estados acordem medidas que impeçam as temperaturas médias do Planeta de subir mais de 2 graus celsius até ao final do século.
E "é essencial um bom acordo em Paris, já que não nos podemos dar ao luxo de ter uma segunda Copenhaga", sublinhou o ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, na sua intervenção esta quarta-feira de tarde, lembrando o falhanço da cimeira realizada na capital da Dinamarca em 2009. 
Mas o ministro afirmou-se "otimista" quanto aos resultados que sairão de Paris e defendeu que "o combate às alterações climáticas é urgente, custo-eficiente e lucrativo".  
A urgência, sublinhou, deve-se ao conjunto de dados científicos que demonstram que "em 2015, um ano particularmente quente, se registou uma subida média da temperatura de 1,5 graus face à média registada no século XX". Se nada for feito, tendo em conta que "as projeções para 2050 indicam que as emissões de gases com efeito de estufa estão 14% acima do que deviam", chegaremos certamente a 3,6 graus celsius em 2100". Por isso, salientou, "vivemos uma situação verdadeiramente preocupante".  
Moreira da Silva considera que "o combate às alterações climáticas está ao nosso alcance sem erupções tecnológicas". Para o ministro, é possível reduzir em 80% o volume de emissões de CO2 de um modo a que chama "custo-eficiente", porque "o custo será cinco vezes superior se nada fizermos", podendo chegar "a cinco triliões de dólares". E que "o combate pode ser lucrativo", já que "a economia verde cresce 4% ao ano". 
Portugal está no "top ten" dos países europeus que serão mais afetados pelas alterações climáticas e os eventos extremos associados, como a erosão costeira, as inundações ou o stress hídrico. Quanto a Portugal,  Moreira da Silva fez, mais uma vez, questão de repetir os aplausos internacionais pelas suas políticas em torno do de Crescimento Verde e de reforma da Fiscalidade Verde e na aposta nas energias renováveis e na redução da dependência energética do exterior. 
"A Europa não pode deixar de continuar a assumir a liderança que tem tido no combate às alterações climáticas" acrescentou ainda o ministro do Ambiente 
Faltam 190 dias para a Cimeira de Paris, que volta a colocar os holofotes em cima do tema. A questão que se coloca é que sequela pretendem os Estados dar ao protocolo de Quioto, assinado em 1997. O objetivo é fazer todos os esforços para que de Paris saia um acordo que obrigue os países a reduzirem as emissões de dióxido de carbono de modo a que a temperatura média da atmosfera não suba mais de 2 graus celsius até 2100. E que, simultaneamente, sejam atingidos os objetivos do milénio associados ao desenvolvimento sustentável e à redução da pobreza.  
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