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terça-feira, 25 de março de 2014

Duran Duran - Come Undone (with lyrics)








Mine, immaculate dream, made breath and skin, I've been waiting for you,
Signed, with a home tattoo, Happy birthday to you was created for you.

(Can't ever keep from falling apart.. At the seams)
(Can't I believe you're taking my heart.. to pieces)
Ahh, it'll take a little time, might take a little crime to come undone
Now we'll try to stay blind, to the hope and fear outside,
Hey child, stay wilder than the wind
And blow me in to cry.
Who do you need?
Who do you love?
When you come undone.
Who do you need?
Who do you love?
When you come undone.

Words, playing me deja vu, Like a radio tune I swear I've heard before,
Chill, is it something real, Or the magic I'm feeding off your fingers
(Can't ever keep from falling apart.. at the seams)
(Can I believe you're taking my heart.. to pieces)

Lost, in a snow filled sky, we'll make it alright, to come undone,
Now we'll try to stay blind, to the hope and fear outside,
Hey child, stay wilder than the wind -
And blow me in to cry.
Who do you need?
Who do you love?
When you come undone.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Johnny Hates Jazz – Turn Back The Clock (with Lyrics)






Another day is ended
And I still can't sleep
Remembering my yesterdays
I begin to weep
If I could have it over
Live my life again
I wouldn't change a single day

CHORUS:
I wish that I could turn back the clock
Bring the wheels of time to a stop
Back to the days when life was so much better

Lying here in silence
Picture in my hand
Of a boy I still resemble
But I no longer understand
And as the tears run freely
How I realise they were the best years of my life

CHORUS

You might say it's just
A case of giving up
No
But without these memories where is the love
Where is the love

If I could have it over
Live my life again
I wouldn't change a single day

CHORUS

Why can't I turn back the clock
Bring the wheels of time to a stop
Back to the days
Oh no no
I remember when
Life was so good
I'd go back if I could
Oh oh I wouldn't change a single day
Don't let the memories slip away
I wouldn't change a single day
Don't let the memories slip away

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Just Around The Corner - Cock Robin (with lyrics e tradução pessoal)

I present to you (com tradução para português, a seguir, feita por mim baseada na net):



Just Around The Corner - Cock Robin







Things aren't quite as they seem inside my domain
You can't know about everything
only pleasure and pain.
You wonder why I come here
with head to my hands

Where else can I be cured
and the king of your mansion?
A thorn in your side
and a child to protect
that claims he's free.

Just around the corner
half a mile to heaven
Strong enough to hold you
starved for some affection.

Darling
come quickly
come ease my mind
For my prayers have not been answered
in a long time.

I've already made my bed
like it or not
As long as there's no regrets
I'll be here
when the ride stops.

These comforts to me
and these crosses to bare
with which we live.

Just around the corner
half a mile to heaven
Strong enough to hold you
starved for some affection.

Baby
I can't drag you into this mess!

I'm the thorn in your side
and the child to protect.
Yes.

Just around the corner
half a mile to heaven
Strong enough to hold you
starved for some affection.

Darling
come quickly
come ease worried my mind
For my prayers have not been answered
in a long time.

Some just around the corner, jeh
Some strong enough to hold you
Half a mile to heaven, jeh
Just around the corner ...


Tradução (Português):



As coisas não são bem como parecem dentro do meu domínio
Não se pode saber tudo
Só prazer e dor.
Perguntas porque venho aqui
Com a cabeça nas minhas mãos

Onde mais posso ser curado
Senão na Realeza da tua mansão?
Um espinho ao teu lado
E uma criança para proteger
Que reclama liberdade.

Ao virar da esquina
A meia milha do céu
Forte o suficiente para te abraçar
Carente de afeição.

Querida
Vem depressa
Vem aliviar a minha mente
Porque as minhas orações não foram correspondidas
Faz já muito tempo.


Eu já fiz minha cama
Gostem ou não
Enquanto não houver arrependimentos
Eu estarei aqui
quando a viagem for interrompida.

Esses confortos
E essas cruzes a descobrir
Com os quais nós vivemos

Ao virar da esquina
A meia milha do céu
Forte o suficiente para te abraçar
Carente de afeição.

Bébé
Não posso arrastá-la para essa bagunça!

Eu sou o espinho a seu lado
E a criança a proteger
Sim

Ao virar da esquina
A meia milha do céu
Forte o suficiente para te abraçar
Carente de afeição.

Querida
Vem depressa
Vem aliviar minha mente preocupada
Pelas minhas orações não correspondidas
Faz já muito tempo.

Alguém mesmo ao virar da esquina
Alguém forte o suficiente para te abraçar
A meia milha do céu
Mesmo ao virar da esquina…

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Johnny Hates Jazz - Shattered Dreams (with lyrics)

Johnny Hates Jazz - Shattered Dreams





Letra:
 
So much for your promises
They died the day you let me go
Caught up in a web of lies
But it was just too late to know

I thought it was you
Who would stand by my side

And now you've given me, given me
Nothing but shattered dreams, shattered dreams,
Feel like I could run away, run away
(From this empty heart)

You said you'd die for me

Woke up to reality
And found the future not so bright
I dreamt the impossible
That maybe things could work out right

I thought it was you
Who would do me no wrong

And now you've given me, given me
Nothing but shattered dreams, shattered dreams,
Feel like I could run away, run away
(From this empty heart)

(From this empty heart)

I thought it was you who said you'd die for love

And now you've given me, given me
Nothing but shattered dreams, shattered dreams,
Feel like I could run away, run away
(From this empty heart)

Oh no no no - you said you'd die for me
Oh oh, oh oh, die for me
So much for your promises

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Perdidos

[conversa xxx]


 


 


 


 


- Cala-te e deixa-te de coisas. Vamos ao que interessa.
- O quê? E pensas tu que me levas para a alcova.
- Claro que sim, fazias-me umas tagatés.
- Isso é algum vilipêndio ou quê?
- Deixa-te de andares sempre a abesoirar o que eu estou a dizer. Tu bem me entendes…ou és andrófoba?
- Bem, não falemos mais nisso. Estamos aqui perdidos e…
- Vamos para a alcova ou não?
- Vamos para o tálamo.
- Oh! Oh! Já está supino.
- À seu rufista.
- Quanto te almejo Sirsi.
- Vonda! Espicha. Não fiques com acedia, agora.
- Olha que eu sou pertinaz.
- Ahhhh! Labrego!


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Observação: Este texto foi originalmente escrito no inicio dos anos 90.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A força da natureza, ou será do sobrenatural?

 


            Os dias têm passado. O Outono, cada vez mais frio, tende a instalar-se, rumo ao Inverno, que já não e como outrora, porque tudo muda, porque tudo tem de mudar. O clima altera-se; sempre tive noção da mudança, de que nada estava parado; mas não tinha consciência de que, cada vez mais, teria menos forças e capacidades para enfrentar mudanças, menos forças para ultrapassar as dificuldades; Na verdade, pensei que apesar da mudança, não iria chegar tão longe [com relevância no que diz respeito ao conhecimento, compreendendo em simultâneo que - e tendo dificuldade em aceitar que - sei tão pouco] e ao mesmo tempo ficar tão perto de onde nasci, pois, não sou aventureiro, o espirito do medo entranhou-se em mim, de algum modo que eu tento perceber, tentando ultrapassá-lo sempre mas, cada vez mais, com mais dificuldade. O Frio vai na minha alma a maior parte destes dias, nesta minha escrita irónica do que sinto realmente, porque aos extremos de sentir na pele essa ironia não quero chegar, tentando antecipar as jogadas que se seguem, como quem disse: << fingindo tão completamente, que chega a fingir a dor que deveras sente>>, Fernando Pessoa; Mas tenho medo de lá chegar, ao descambamento, neste mundo imprevisível onde me parece que tudo pode acontecer, onde a estabilidade é uma visão efémera do eterno tempo, onde eu sinto que não domino o meu destino, onde eu sou o que sou segundo o que sinto e onde estou, não podendo ambicionar, assim, ter controlo justo sobre a minha vida, sentir-me bem, talvez porque não consigo controlar o que sinto, porque deixei de ser fluente no que sinto faz muito tempo, arrastando o meu passado comigo, passado esse, que por um lado me enche de conhecimento para lutar contra algo, esse algo que me aprisiona, mas, por outro me está a fazer cada vez mais atrito, cada vez menos me deixa prosseguir; sinto que haverá um ponto de rutura algures no meu futuro, e tenho a esperança de que esse futuro seja positivo para mim como sempre o esperancei. Cheguei a pensar, em determinada altura da minha vida (naquela altura que deveria ter sido um trampolim para a vida que me restava, e não o foi) que não sentiria mais o calor da vida. Tenho visto tanto mal-entendido nela, tanta mudez, querer expressar-me e não conseguir… e, no entanto, sei que ainda ando aos tombos num vazio que não aceito e não consigo ultrapassar. Vejo coisas que de algum modo sei que nunca quis ver nem sentir em plenitude naqueles tempos, pois seria a minha derrota antes de ter sequer começado, a derrota antes de ter tentado ir mais além, como o fiz para estar aqui agora; e nessa época cerrei os olhos e lancei-me às feras lutando com a força que parecia que iria ter para sempre, a força de aguentar pesos que se acumulavam nas minhas costas, de tentar aguentar como uma rocha, que na verdade não sou nem nenhum homem o é. Assim, fui à luta e enfrentei os meus medos, desajustadamente, sei-o agora, mas na altura eu não o poderia saber nem poderia ter sido de outra maneira, eu, simplesmente, tinha que andar, tinha que continuar, para não cair na indiferença de mim sobre mim próprio, no desânimo de não ter esperança, quando a esperança deve ser a última a morrer, sempre. Eu deveria ser um ser normalmente satisfeito mas algo não o deixou ser, será que ainda é essa a mesma ‘tal’ causa que não me deixa ser, ou estou a delirar? Vejo coisas, sinto coisas, não no sentido da inventada ‘esquizofrenia’ [eu o afirmo veementemente!!! ] mas no sentido de que vejo e sinto associações de coisas que não são objetivas no dia a dia comum, no sentir de quem apenas age sem saber que age ou, pelo menos, no sentir de quem age sem se preocupar com o que é passado, com os sentimentos, quando na verdade há tanto subjacente àquilo que se vê, aquilo que é fachada e que eu tenho que descobrir… tanto, mas tanto, que eu me sinto um ignorante que caminha vulnerável na vida; com isso quero dizer que existem espécie de complôs que nos perseguem, azares, há ideias obscuras escondidas – passe a redundância- que nos querem afundar, sobrepujar indevidamente, injustamente, a mim parece sê-lo como acabei de o dizer. Pensava que lutando cegamente iria ter mais força, mas não se pode lutar contra as leis da natureza, e mesmo, direi, contra a natureza das coisas paranormais ou que não compreendemos. Um dos meus erros, que me fez aumentar todos os meus nervos, e que só há pouco, e, gradualmente decidi combater, porque só agora percebi que era verdade, era que eu bebia leite e o leite fazia-me mal, tão simples quanto isso, fazendo-me mal-estar intestinal e aumentando a minha ilusão ‘que me puseram na cabeça’ de que o mal era outro, era da minha cabeça, aumentando os meus nervos ao longo destes anos impiedosos de luta constante contra a natureza do leite que não me era favorável; simplesmente, dizem que o leite contem a chamada lactose, e, eu verifiquei ultimamente que bebendo leite sem lactose me sinto melhor dos intestinos, pelo que concluo que tenho grande intolerância á lactose, e foi isso que, se não foi a causa, pelo menos foi o coadjuvante de seguir o sentido de mal-estar que senti estes anos todos, porque burros como a médica de família, entre outros familiares não foram capazes de dizer que poderia ser isso e ajudar-me a ultrapassar esse desconforto que aposto, mais uma vez, influenciou todos estes anos fortemente [eu nunca quis deixar de beber leite porque sei que é fonte de cálcio e de muitas vitaminas das quais não queria abdicar, além de que ignorava que havia leite sem lactose]. As pessoas matam as pessoas, a cultura mata, mata quem não se insere na cultura, afirmo-o enraivecidamente. No seguimento do que digo, também o meu organismo não tolera bem o álcool, - a cultura vigente por estas terras de Deus, que eu tanto amo, mas que por certas pessoas me parecem terras do diabo - por isso evito beber, além de que nem deveria ser copinho de leite… hehe Sim, mais calmo… Só que agora o grande mal já está feito, o meu medo de andar mal do intestino alastrou-se no meu sistema nervoso, e pergunto-me que se mantiver a minha terapêutica, chamemos-lhe assim, de não beber leite com lactose (o que me esvazia os bolsos de um desempregado com problemas de achar emprego por causa de efeitos bola de neve), irei eu melhorar nos restantes sintomas e recuperar um bem-estar normal (?) Tenho esperança, quero acreditar que sim. Acabei de renascer, penso. Vou testar a teoria.


O conhecimento anda por ai, e também na net há muito, muito mais. Mas o poder do paranormal e daquilo que não se pode explicar, que está para lá do natural, continua no mundo das pessoas. O metafísico é algo que tanto pode ser agradável e belo, como pode ser um horror (tirem-me deste filme…!). De que modo o natural, o mundo físico, interage com o sobrenatural, o mundo metafísico? Que interagem é para mim - e em mim - claro, não provado e assente ainda, mas evidente. Como pode um problema intestinal virar numa bola de neve e levar a problemas do comportamento, e dai a ser diagnosticado, com o passar dos tempos, como tendo problemas psíquicos, que de fato se tem, exponenciados também pelo leite além da maneira como se tratam as pessoas? Esta é a minha questão que responderei (nem que seja a mim próprio) nos próximos tempos, da minha vida tão descambada. Sou louco porque lutei contra o que não se pode lutar, sim, segundo essa definição eu sou louco, mas quem não é louco em algum momento da vida pelo menos? Nasci fraco, abaixo da normalidade é certo; Se por um lado é bom que se seja ‘puxado’ como sendo uma pessoa normal, como pode a intolerância dar lugar á tortura de um ser que constantemente é levado a dar mais do que pode? De onde vêm as forças que nos mantêm vivos e que ninguém se pergunta normalmente quando se está bem, e se nasceu bem constituído metabolicamente? Como pode o medo da diarreia levar à loucura? Coisas tão simples que soam a complicadas, talvez porque não isoladas, coisas simples, males simples que se tornam complexos, tal é o efeito exponencial. Talvez não seja só desse mal que tudo levou a onde levou, mas é um princípio dos princípios. E estou a atacar um princípio, por isso estou no caminho certo, penso. Assim destrinço ou começo a destrinçar a relação entre o que acontece na dimensão da realidade, tornando-se fato, e aquilo que se interpreta no mundo do psiquismo. Se não estamos bem fisicamente, como poderemos está-lo psicologicamente? Vislumbro inter-relações entre o natural e o psiquismo, entre o que ocorre na vida e vemos com os nossos olhos e o que ocorre a nível das ideias, e digo, tenho medo do mundo das ideias, quando não as dominamos e elas se querem virar contra nós, contra mim, de tal modo que nos querem aniquilar; é verdade que cada um tem a vida que pode ter, é óbvio que um ser saudável e motivado ultrapassa os limites anteriormente vencidos, vai mais além, domina o seu ser, até ao ponto em que ele não domina mais, é certo, porque algo está sempre para além dele, os acontecimentos que ainda não foram explicados. E então fala-se em segredos, ‘o segredo’, o segredo do sucesso etc e tal. Mas as coisas não são tão lineares assim; todos os que jogam no euromilhões desejam fortemente ganhar mas só um, normalmente o ganha isolado, o resto é uma imensidade de ilusões, de que hão de ser especiais, tal como eu um dia o desejei ser erradamente... Ou talvez não, ou talvez nunca o saiba, ou talvez nunca saiba que o fui, porque o desejo de ser especial está tão enraizado em mim, ainda… porque o gostava de o ser sem o ser deste modo, gostava de acreditar, tenho esperança que ainda vou acreditar novamente na especialidade, mesmo que não me saia o euromilhões  ;) Com isto, digo que o natural está tão intricadamente ligado com o sobrenatural, aquilo que os nossos olhos veem está ligado com o sentir, que mesmo que não o vejamos não o podemos negar, e resta-nos tentar explicar, a maioria das vezes erradamente até que chegamos a um ponto ‘milagroso’ em que podemos finalmente explica-lo, simplesmente.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Acróstico

      Vendo imparcialmente, d’um alto, este vocábulo assaz esclarecedor, sei objetivamente ligar, indeterminadamente também, a razão incauta a qualquer uma exatidão recôndita. O ato maravilhoso a redescobrir.

            Sobrepondo-se, enfim, num tom ironicamente repetido, o palavreado reduz-se a zabumbar estoicamente, remexidos da alma de alguém, desejando indevidamente, vergastar as mentes um tanto ufanas. A…; extrafina, a sorte, olha reveladoramente todo este degelo estético não apreciado. O ênfase sobressai timidamente. A redação sutil: OCLUSÃO!












Observação:     Esta prosa foi originalmente escrita nos anos 90, e tem uma mensagem em si.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Falhado


                 Faz muito tempo que não escrevo. A apatia e desânimo tendem a tomar conta de mim; já não vejo um mundo imenso à minha frente, aquele mundo que me parecia possível de conquistar, de imensas possibilidades e onde cabia a minha possibilidade. Onde está a motivação de outrora? Aquela que me fazia ter esperança, aquela em que me fazia acreditar na tolerância, numa terra em paz e em liberdade, onde a minha paz e liberdade era possível. Agora vejo a vida do tipo de um jogo de copas, onde revejo a metáfora da minha vida, por mais que tente só consigo ganhar 1 em cada 4 jogos, por mais que tente…. Muito ocasionalmente, tenho uma pequena sorte eclipsante de ganhar 2 seguidos, mas quantos jogos e quantos, eu não tenho perdido seguidamente sem ao menos ganhar um. Com este pequeno exemplo, tenho a indução de que [tenho em mente que] não podemos quebrar as leis da vida, nem do Universo. O problema existencial parece-me ser o grande problema da minha vida do qual já não vou sair, muito provavelmente, se bem que me resta alguma esperança na medida do tempo que me restará de vida, mesmo sem saber qual é esse tempo; O problema de acreditar em coisas como certas, como factos, sem na realidade os poder provar, talvez jamais o poder provar traz-me uma frustração, terem-me posto na mente uma ideia que se cimentou tão fortemente que não se pode transformar, a de Deus, a da existência do correto, do bem [e do mal], uma prisão que nos acorrenta para a vida segundo a vida de Cristo; Ideias que ficam em nós [que ficaram em mim] de medo, muitas das vezes sem fundamento, a cobardia pelo medo da injustiça, quando a injustiça faz parte da casualidade dos acontecimentos, das leis da vida e do Universo, tal como as leis do jogo das copas. Pergunto-me se o que sinto é real (?), no sentido de que tudo isto que se passa em mim e comigo tem um propósito; Terá um propósito que eu nunca poderei compreender? Que desgosto traz a minha ambição; porque não serei um ser normal (?), com vontades comuns aos outros humanos, com desejos limitados, satisfazendo-me com respostas imediatas, com a ilusão de uma criança que se contenta com o comum, bastando o sentido do sentimento de que só o que se vê é o que existe. Com o que sou marginalizo-me e marginalizam-me; marginalizam-me esses, os comuns… ‘’idiotas’’, penso, ‘’a vossa vida é de escravidão, tendes um espírito pequeno de mais’’, e no entanto sou igual a vós porque sou feito de material perene; oh! Se o que vai na alma realmente contasse da grandeza de uma pessoa e fosse fonte e força de sobrevivência! O quanto eu quis desde sempre ser grande e sentir-me bem, mas, quão errado estava, com esse desejo de sonhador, quando, afinal, sou de carne e osso, feito de matéria finita, suscetível de dor, com a necessidade de ligação aos outros seres; ligação, essa, que não consigo ter, fazendo-me trilhar por estes caminhos solitários, insatisfeito, guiando-me pelo paradoxo de desejar o contato com o outro e ao mesmo tempo só me parecer que o outro me faz mal, como o inimigo, como o diabo que me tenta estragar a vida. É certo que sou um ser incomunicável, onde quase que só existe o sentido direcional do tragável, da absorção, da assimilação descontrolada; na minha pessoa não há diálogo, não há expressão do meu ser; além do mais pensava que compreendia as pessoas, mas quando estou com elas não me parece isso, e vejo que sou eu que não estou a perceber o contexto e a agir em conformidade com o que me envolve; não ajo como as sardinhas que se movem em uníssono, como as aves do céu que dançam harmoniosamente em bandos; sou um ser solitário, como os seres solitário que vagueiam por esse mundo afora, tímidos, não sociáveis, com estratégias de sobrevivência fantásticas, vivendo em habitats inóspitos para a maioria dos seres, tendo características únicas. Penso ainda que tenho uma compreensão do mundo especial; mas como pô-la em prática? Como tirar proveito disso? Como sentir-me bem com o que sou e o que sinto? É certo que as pessoas não são todas iguais, más, como pode transparecer da minha ironia de escrita, do exagero daquilo que de mal sinto em mim e na minha vida; só que não compreendo porque vem a mim todo um conjunto de sentimentos que não queria ter com os outros, uma vida de mal-entendidos constantes. O legado que me deixam não me agrada, não quero ser um falhado, não quero morrer em vão, não quero a injustiça, sobrevivo na procura da paz de espirito, de jus. Assim, digo que extrapolo aqui (nesta escrita) ao máximo aquilo que sinto na verdade, na tentativa de que o mal não aconteça na realidade externa a mim. Senti-me perdido um dia, nada mais fazia sentido, não havia comunicação com o exterior, restou-me a juventude, que me traz aqui ainda, para prosseguir, e a internet para me restaurar; pergunto-me se não viverei na mesma uma ilusão, a internet não me dá as capacidades de comunicação que nunca desenvolvi, a oralidade, a relação humana, o ‘cultivar dos olhos nos olhos’; será que escrevo para o vazio, tendo apenas ecos de silêncio, pensando que estou fazendo bem a mim mesmo quando apenas estou a desperdiçar o tempo? Falhado não sou, não, não sou, sou um camaleão que se tenta disfarçar no meio ambiente, ou um ser que se fecha na sua carapaça superforte para se proteger porque a natureza não deu outros meios de proteção. Não, falhado não sou! Porque, afinal, vivo há mais de trinta anos, e isso me torna um ser abençoado, conhecedor e sabedor; sou um ser bonito, magnífico, com uma história de vida e um destino que só o Universo pode saber o porquê de ser assim. É o sentido desse destino que fortemente me condiciona!


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Beck – Loser (tradução)

No tempo dos chimpanzés Eu era um macaco
Butano nas minhas veias e ai vou eu para cortar o vício
Com os olhos de plástico, spray de tinta de legumes
Comida de cão de barraca e musculado em collants
Faróis nos máximos, em ponto morto
Flamejante como um carro de stock como um falhado e controle de cruzeiro
Baby em Reno com vitamina D
Tenho um par de sofás, dormir no assento do amor
Alguém veio dizendo que eu sou louco para reclamar
Sobre um casamento forçado e uma mancha na minha camisa
Não acredites em tudo que respiras
Recebes uma multa e um verme na tua manga
Então barbeia a tua face com algum cetro no escuro
Guardando todos os cupões alimentares e queimando o parque de trailers

Yo. Corta-o

Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?

(duplo tiro de barril)

Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?

Forças do mal em um pesadelo estúpido
Proíbem todas as músicas com uma câmara de gás falsa
Porque um tem uma doninha e outro uma bandeira
Um está no polo, empurrando o outro no saco
Com o show repetido e o serviço da cocaína
Porcaria de dia do cantor idiota
Ele enforcou-se com uma corda de violão
A placa do pescoço de peru está pendurada em uma asa de pombo
Se não podes relacionar-te não podes escrever
Troca o dinheiro para a carne para o corpo para o ódio
O meu tempo é um pedaço de cera caindo em térmitas
Que está asfixiando nas farpas

Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(ficar louco com o gênio de queijo)
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(conduz, corpo perfurado)
(yo trá-lo para baixo)
Soooooyy ....

? los llik uoy t'nod YHW os, ybab resol um m'I rodedreP nu yos
[ É o refrão para trás ]

(Sou um motorista, sou um vencedor, as coisas vão mudar, posso sentir isso)

Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(Eu não posso acreditar em ti)
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
( Nlehh. ..)
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(Você fala alemão aqui, baby!)
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(Sabes o que estou a dizer?)





Tradução: pessoal, baseada na internet e no Google translate

Beck – Loser (lyrics)







In the time of chimpanzees I was a monkey
Butane in my veins and I’m out to cut the junkie
With the plastic eyeballs, spray-paint the vegetables
Dog food stalls with the beefcake pantyhose
Kill the headlights and put it in neutral
Stock car flamin’ with a loser and the cruise control
Baby’s in reno with the vitamin d
Got a couple of couches, sleep on the love-seat
Someone came sayin’ I’m insane to complain
About a shotgun wedding and a stain on my shirt
Don’t believe everything that you breathe
You get a parking violation and a maggot on your sleeve
So shave your face with some mace in the dark
Savin’ all your food stamps and burnin’ down the trailer park

Yo. cut it.

Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?

(double barrel buckshot)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?

Forces of evil on a bozo nightmare
Ban all the music with a phony gas chamber
’cuz one’s got a weasel and the other’s got a flag
One’s on the pole, shove the other in a bag
With the rerun shows and the cocaine nose-job
The daytime crap of the folksinger slob
He hung himself with a guitar string
A slab of turkey-neck and it’s hangin’ from a pigeon wing
You can’t write if you can’t relate
Trade the cash for the beef for the body for the hate
And my time is a piece of wax fallin’ on a termite
who's chokin’ on the splinters

Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(get crazy with the cheese whiz)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(drive-by body-pierce)
(yo bring it on down)
Soooooyy....

?em llik uoy t'nod yhw os ,ybab resol a m'I rodedreP nu yos
[It's the Chorus backwards]

(I’m a driver, I’m a winner; things are gonna change I can feel it)

Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(I can’t believe you)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(Nlehh...)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(Sprechen Sie Deutsch hier, Baby!)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(know what I’m sayin’? )














Fonte: Internet