[INCEPÇÃO-01.11.25] De Hoje em diante, segundo as minhas possibilidades de retorno ao passado - passado do meu Blog e ao Meu passado (que passa por este Blog) - irei postar, temporariamente, ou não, segundo o que vier a sentir que devo fazer, textos passados e que comentarei, se for ocasião, à medida que eu possa assimilar, compreender, rever e sentir que o devo fazer ou que me aventure a dizer, segundo o tempo disponível que se me aprouver.
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Falhado
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Beck – Loser (tradução)
Butano nas minhas veias e ai vou eu para cortar o vício
Com os olhos de plástico, spray de tinta de legumes
Comida de cão de barraca e musculado em collants
Faróis nos máximos, em ponto morto
Flamejante como um carro de stock como um falhado e controle de cruzeiro
Baby em Reno com vitamina D
Tenho um par de sofás, dormir no assento do amor
Alguém veio dizendo que eu sou louco para reclamar
Sobre um casamento forçado e uma mancha na minha camisa
Não acredites em tudo que respiras
Recebes uma multa e um verme na tua manga
Então barbeia a tua face com algum cetro no escuro
Guardando todos os cupões alimentares e queimando o parque de trailers
Yo. Corta-o
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(duplo tiro de barril)
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
Forças do mal em um pesadelo estúpido
Proíbem todas as músicas com uma câmara de gás falsa
Porque um tem uma doninha e outro uma bandeira
Um está no polo, empurrando o outro no saco
Com o show repetido e o serviço da cocaína
Porcaria de dia do cantor idiota
Ele enforcou-se com uma corda de violão
A placa do pescoço de peru está pendurada em uma asa de pombo
Se não podes relacionar-te não podes escrever
Troca o dinheiro para a carne para o corpo para o ódio
O meu tempo é um pedaço de cera caindo em térmitas
Que está asfixiando nas farpas
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(ficar louco com o gênio de queijo)
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(conduz, corpo perfurado)
(yo trá-lo para baixo)
Soooooyy ....
? los llik uoy t'nod YHW os, ybab resol um m'I rodedreP nu yos
[ É o refrão para trás ]
(Sou um motorista, sou um vencedor, as coisas vão mudar, posso sentir isso)
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(Eu não posso acreditar em ti)
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
( Nlehh. ..)
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(Você fala alemão aqui, baby!)
Soy un perdedor
Sou um falhado baby, então porque não me matas?
(Sabes o que estou a dizer?)
Tradução: pessoal, baseada na internet e no Google translate
Beck – Loser (lyrics)
In the time of chimpanzees I was a monkey
Butane in my veins and I’m out to cut the junkie
With the plastic eyeballs, spray-paint the vegetables
Dog food stalls with the beefcake pantyhose
Kill the headlights and put it in neutral
Stock car flamin’ with a loser and the cruise control
Baby’s in reno with the vitamin d
Got a couple of couches, sleep on the love-seat
Someone came sayin’ I’m insane to complain
About a shotgun wedding and a stain on my shirt
Don’t believe everything that you breathe
You get a parking violation and a maggot on your sleeve
So shave your face with some mace in the dark
Savin’ all your food stamps and burnin’ down the trailer park
Yo. cut it.
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(double barrel buckshot)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
Forces of evil on a bozo nightmare
Ban all the music with a phony gas chamber
’cuz one’s got a weasel and the other’s got a flag
One’s on the pole, shove the other in a bag
With the rerun shows and the cocaine nose-job
The daytime crap of the folksinger slob
He hung himself with a guitar string
A slab of turkey-neck and it’s hangin’ from a pigeon wing
You can’t write if you can’t relate
Trade the cash for the beef for the body for the hate
And my time is a piece of wax fallin’ on a termite
who's chokin’ on the splinters
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(get crazy with the cheese whiz)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(drive-by body-pierce)
(yo bring it on down)
Soooooyy....
?em llik uoy t'nod yhw os ,ybab resol a m'I rodedreP nu yos
[It's the Chorus backwards]
(I’m a driver, I’m a winner; things are gonna change I can feel it)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(I can’t believe you)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(Nlehh...)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(Sprechen Sie Deutsch hier, Baby!)
Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?
(know what I’m sayin’? )
Fonte: Internet
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Encantado por uma nativa
Estranha e bela nativa, teu jeito emana frescura, doçura no olhar, sobriedade nos gestos. Quem me dera poder atrair a tua atenção para mim, obter um sorriso dos teus quentes lábios, para mim, só. Pudesse eu ter estas tuas qualidades e tu olharias para mim, por isso acho justo que eu olhe para ti. Decerto sou um entre muitos, e em muitos, há muito por onde escolher, mas talvez não se encontrem muitos para dar, porque muito há quem queira receber, e, afinal, esquece-se que há tanto para partilhar, mas, para isso, é preciso conquistar…
OBS: Este artigo foi escrito nos anos 90.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Apelo aos instintos
A vida tem um propósito, algo (grandioso) sucedeu para que ela surgisse e algo a fará continuar bem para além da minha existência, diga o que se disser; somos impulsionados a agir, a movermo-nos até não mais poder, a fazer o que quer que seja, bom ou mau, com as repercussões que esse ‘fazer’, essa ação terá. A vida escapa-me velozmente. Durante um ínfimo de temporalidade eu sinto que ultrapassei o próprio tempo, absorvi-o com uma rapidez tal que tudo me parecia possível; ultrapassei-o como a maioria dos jovens o farão, mas, agora, o tempo vai deixando-me cada vez mais cá atrás, como que tendendo a abandonar-me; menos mal quando tenho tempo de refletir sobre a minha condição humana (ainda penso que isso tem valor), no entanto sem saber particular algum, não possuo o saber do concreto, algo que me faça poder viver; se bem que de nada me tem valido (aparentemente, na globalidade) todo o tempo que eu pude usufruir, como se fosse uma perda desse mesmo tempo, dadas as minhas ambições para a vida, visto isso neste momento. Antevejo sofrimento (e acho que não é pessimismo, é realismo), mas em maior quantidade, para mim, na ordem daquilo que já senti, e nem consigo exprimir o que sinto e senti como também daquilo que sei, talvez não me seja permitido fazê-lo. Sei que muitos devem estar pior, e, eu, eu não consigo compreender (apesar de me parecer que compreendo muitas das vezes), ou melhor, eu não consigo estar satisfeito, tenho o instinto da insatisfação, sempre o tive, porque realmente a vida levou-me a tê-lo sempre presente. Tenho que arcar com toda uma envolvente que não escolhi, com um corpo e um espirito frágil, apesar de não dos mais frágeis, frágil no entanto; e tudo confluiu nisto que sou hoje. Na beleza de ser jovem, há todo um apelo aos instintos que nos faz viver, que nos faz tentar superar os momentos que se dão, que nos faz ultrapassar ou suportar os atritos que se dão, a ter uma esperança vinda da força da vida em si que nos impulsiona a experimentar e a conhecer mais e mais. Este mundo é um verdadeiro apelo aos sentidos, em que tudo gira à volta da sexualidade, da continuidade dos seres, algo que eu não fui abençoado à partida, pelo contrário, fui amaldiçoado por algo que me transcende, não compreendo. Por sua vez o instinto da insatisfação levou-me a ir ou tentar ir ao encontro da explicação do ‘porquê’ de tudo ser como é na minha vida. Toda essa busca fazia sentido, mas agora sinto que a justiça me escapa, e esse sentido se perde. A vida apela-nos aos instintos, e eu não fui capaz de lhe corresponder minimamente, ou, pelo menos, atempadamente. Tudo em mim é tardio, fora de tempo, como se uma sina caísse sobre mim com regularidade. E eu estou enlouquecido, enfurecido (e nem o manifesto porque seria pior para mim, porque já não consigo), sabes: ‘ I’m mad’. Quanto tempo perdido, quanto desencontro na minha vida, tanta peça que não encaixa no puzzle que ela é (conseguirei eu fazê-lo algum dia?) Quanto apelo aos instintos de sobrevivência, quantos chamamentos para que seguisse determinados caminhos, antes, e agora tendo a ir para o vazio, em verdade tenho medo do pântano que vejo à minha frente. Mas o instinto da sobrevivência puxa-nos (me) ao máximo e já me puxou ao máximo de modo a estar aqui e agora. Sempre pensei que tudo acontecesse naturalmente, mas uma coisa é a realidade, outra coisa é o nosso desejo, ou, quiçá esse desejo não passe de um sonho, muitas das vezes. O instinto sonhador acompanhou-me também até hoje, e apesar de muita coisa não acontecer naturalmente, como eu o desejei, sempre foram acontecendo muitos desejos, sem por isso, no entanto, colmatar uma necessidade suprema que reside no mais alto dos desejos, dos sonhos, o de ser amado como deveria de ser amado, na verdade. Muitas vezes questiono-me se eu não serei realmente amado e não será o meu instinto de insatisfação que me leva a pensar que não o sou (?); é provável e razoável que eu seja amado de certo modo e até certo ponto, e isso contribuiu para que eu esteja aqui e agora, repito. Se sou amado, algo não me deixa sentir isso, e eu já consigo entender, em parte, pelo menos, o porquê de não sentir isso; não obstante, não quero acreditar nas respostas que sinto, no que ‘vejo’, o ‘porquê disso acontecer’; tenho uma grande tranca diante dos meus olhos que por sua vez me fez elevar o pensamento, um apelo de sempre ao instinto do pensar. O ‘apelo dos instintos’ ergueram-me da insignificância (deixem-me passar uma imagem de grandeza), eles me fizeram ir de encontro ‘ao apelo aos instintos’, (permitam o trocadilho) que significa que o meu interior foi em busca do exterior, a necessidade intrínseca foi em busca da ‘oferta’ extrínseca. Eu lutei, o meu instinto me levou a fazer o que fiz e o que fiz foi em busca da eterna ‘justiça’ (a minha ‘busca eterna’ por justiça), algo que me faz mover atualmente de uma forma mais vívida (originalmente, a prioridade foi procurar a compreensão da minha condição humana, algo que já alcancei de certo modo, penso). Se não fosse o apelo aos instintos ou o apelo dos instintos, a necessidade de satisfazê-los, a vida não seria como é. A fome pode ser grande, senão é hoje pode sê-la amanhã, e a necessidade de a satisfazer vai nos levar ao máximo de nós, se ainda tivermos forças para tal… Assim é com qualquer instinto, onde as necessidades (físicas em particular, se quiserem) falam sempre mais alto que quaisquer palavras do que qualquer norma feita por alguém para satisfação dele ou de um grupo de indivíduos a desfavor de outros, marginalizando. As leis da natureza são as leis máximas que existem, o homem tenta contornar e fazer outras assente sobre elas. As leis que regem a natureza dos instintos são as leis primordiais e eu não consigo vislumbrar outras que as possam substituir. Porque fazem as crianças sonhar? Porque sonhei eu? Talvez seja ou tenha sido um apelo aos instintos.
domingo, 11 de agosto de 2013
Promiscuidade
Não dá para contar. Não há por onde começar. Não há acabar. Não há ponta por onde se lhe pegue. É assim simplesmente. Ninguém a pode mudar. Talvez o tempo… mas o tempo não é gente.
A inspiração é um dos componentes quer nos faz mover. Mas há muito mais. É o que me falta agora. Há momentos em que um simples grão de praia faz-nos pensar em imensas coisas, tal como a terra que, no Universo, é um grão pequenino e que afinal tem tanto que se lhe diga. Há momentos em que a mente fica em claro, tal como esta folha estava originalmente. Não há inspiração, não há algo que nos leve a refletir, deduzir, examinar através do pensamento. Tudo foge da mente, tal como o tempo foge e, sem ser palpável, nós sentimo-lo. Quiçá o pensamento seja da mesma onda ou frequência do tempo, daí nós sentirmo-lo. Não há nada, mas mesmo nada em absoluto, no sentido mais radical e essencial do termo, que esteja imóvel, mesmo que a nossos olhos assim o pareça. Assim o diz a ciência, através da explicação de que a matéria é constituída por átomos e neles existem outros ‘componentes’ tal como eletrões em constante movimento. Daí que na perspetiva de nossos olhos está imóvel, mas na perspetiva microscópica isso não acontece. Tudo define o tempo então. O melhor, penso, seria talvez andar-se à caça de inspiração, isto é, em lugar de estar aqui à espera que ela me possua seria eu que de papel e caneta em punho iria andando e certamente na hora que menos esperasse, ai estava ele, e, esse seria o momento para o aproveitar. Estes olhos […] são fonte de inspiração e desejam ver e ver. Estes ouvidos querem ouvir e ouvir. O nariz cheirar e cheirar. Enfim, sentir sentindo, através dos sentidos, cinco dizem. Afinal são eles fonte de inspiração. Mas este são os sentidos físicos. E quanto à existência de ouros sentidos, paranormais, digamos assim, já que está na moda, aquilo que vai para além do que denominamos normal? Bem deve ser uma questão de perspetiva. É bom que se tenha boas perspetivas, faça-se por elas, em.
Olhemos agora para a realidade. Quem és tu afinal? Alguém encurralado dentro dessa máscara eterna que por mais que mude, hás - de ser sempre, sempre, tu. É essa máscara o segredo do teu sucesso? Ou é ela a causa da tua infelicidade? É ela que te faz mover ou é ela que te aprisiona? Quantas dimensões tem o homem? Por acaso estou a ouvir uma música que diz: ‘’ The beautiful people’’. Que máscara é essa? O belo como é? Como podemos ser livres? Tirando a máscara? Sendo nós mesmos? Mas onde?
Liberdade, aqui estamos nós e aqui estás tu. Justiça, aqui estamos nós e onde estás tu? Amor, andas no ar…, mas, afinal, como te apanhamos? Solidão, de onde vens? Foi a liberdade que te chamou? OK. Mas a realidade o que é afinal? É a maneira como tu vês ou sentes ou será a maneira como eu vejo ou sinto? Mas… mas que mas. De onde vens tu ‘mas’? Foi a inteligência que te criou?
Que foi isto?! Sim, promiscuidade. Também dela se tira qualquer coisa, afinal. Alguma inspiração, talvez… Se até a vida veio do nada, da promiscuidade sempre virá qualquer coisa também.
Afinal ‘Promiscuidade’ não é o mesmo que diversidade, pois não? Diversidade faz parte da vida natural, promiscuidade faz parte da vida humana.
OBS: Este texto foi originalmente escrito nos anos 90.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Depeche Mode - In Your Room (Zephyr Mix) [com Tradução]
In your room
Where time stands still
Or moves at your will
Will you let the morning come soon
Or will you leave me lying here
In your favourite darkness
Your favourite half-light
Your favourite consciousness
Your favourite slave
In your room
Where souls disappear
Only you exist here
Will you lead me to your armchair
Or leave me lying here
Your favourite innocence
Your favourite prize
Your favourite smile
Your favourite slave
I'm hanging on your words
Living on your breath
Feeling with your skin
Will I always be here
In your room
Your burning eyes
Cause flames to arise
Will you let the fire die down soon
Or will I always be here
Your favourite passion
Your favourite game
Your favourite mirror
Your favourite slave
I'm hanging on your words
Living on your breath
Feeling with your skin
Will I always be here
Will I always be here
Onde o tempo pára
Ou se move à tua vontade
Ou vais deixar-me aqui deitado
Tua escuridão favorita
Teu silêncio favorito
Tua consciência favorita
Tua escravatura favorita
No teu quarto
Onde as almas desaparecem
Só tu existes aqui
Levar-me-ás para a tua poltrona
Ou deixar-me-ás aqui deitado
Tua inocência favorita
Teu prêmio favorito
Teu sorriso favorito
Tua escravatura favorita
Estou pendurado em tuas palavras
Vivendo em tua respiração
Sentindo com a tua pele
Vou estar sempre aqui
No teu quarto
Teus olhos ardentes
fazem surgir chamas
Vais deixar que o fogo morra logo
Ou será que eu sempre estarei aqui
Tua paixão favorita
Teu jogo favorito
Teu espelho favorito
Tua escravatura favorita
Estou pendurado em tuas palavras
Vivendo em tua respiração
Sentindo com a tua pele
Vou estar sempre aqui
Vou estar sempre aqui
domingo, 7 de julho de 2013
Grita comigo
OBS: Este texto foi originalmente escrito nos anos 90.
sábado, 29 de junho de 2013
Meia-noite
Dlim, dlom! Meia-noite. Caminhando ao luar, pensando frescamente numa noite quente de Verão. Boa disposição não faltava. Ao longe via-se incomensuráveis luzes. Estava no ponto mais alto. No ponto onde jamais alguém tinha estado. Dali via o tudo, não ao pormenor, mas via o principal. Via o passado, e o presente quanto baste. Mas estava insatisfeito, queria ver mais, queria ver o futuro. Queria ver os erros para os poder evitar. Queria ver o infinito. Queria, pelo menos senti-lo nos meus sonhos. Queria tocar na utopia. Satisfazer o meu gosto de viver.
Viver. Somos nós. Queremos demarcar-nos, tomar posição. Mas há uma sociedade, há regras, que nem todos conseguem aceitar [conseguem cumprir]. Há injustiças… nem que sejam só nos nossos olhos. Há palavras sem nexo. Há a vontade de conversar, conversar de tudo, do mais intimo, não só de amor perverso como se pode pensar logo há partida por algumas mentes ufanas, mas do além e ao mesmo tempo da realidade. Mas a realidade é aquilo que um homem quer que seja. A mente pode ultrapassar a realidade e criar outras que parecendo falsas para quem as não criou, são verdadeiras para quem as criou. De maneira que os verdadeiros valores da vida são substituídos por valores mesquinhos, que só podem sair da imaginação mais rasca. E passam-se tempos a criticar os outros como sendo os culpados. A toda esta ordem contrapor-se - á a desordem. Excessos, extremos, extremistas, loucos Ah! Ah! Ah! De tudo corre nas veias do tempo do Universo… até a vida coube.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Uma só Palavra
Pudera eu exprimir-me todo numa só palavra! Uma palavra com que descrevesse tudo aquilo que somos, quer física quer psicologicamente. Ah! Se eu pudesse… seria perfeito! E aí, descreveria o Universo, estrelas que se movem com um ritmo regular e sem fim, em que se engloba a célebre frase: ‘Nada se ganha, nada se perde, tudo se transforma’. O movimento perpétuo, o sentido intangível pelo homem, o tempo que é espaço sem fim nem princípio.
OBS: Este texto foi escrito nos anos 90.